
Quando tudo parece estar perdido
abrem-se as portas da escuridão
E a luz da imaginação reflete numa solução.
Abre-se a janela e enxerga-se
a natureza despendendo tamanha força,
para continuar existindo.
Será em vão?
Desmata-se, abre-se com empolgação
para dar margem a uma situação.
Que com excesso, esse tal de progresso
faz sentir a dor da civilização.
Pare, olhe sinta,
não é bem assim.
O mal que invade
é a sensação
de que tua raça já se desfaça
de tamanha construção.
Eleve-se, com impulsos de inteligência,
Os quais lhe são virtudes,
Não seja o porco desta festa tão rude.
André Luiz Schleder Ferreira
andreschlederschleder@gmail.com
