Corpos políticos, corpos transgressores à luz do Movimento de Jesus

Corpos políticos, corpos transgressores à luz do Movimento de Jesus

Por Edna Maria, Elinaide Carvalho, Jardene Soares, Jéssica Silva, Juliana Henrique

“Prepare o seu coração

Pras coisas que eu vou contar

Eu venho lá do sertão

Eu venho lá do sertão

Eu venho lá do sertão

E posso não lhe agradar

Aprendi a dizer não

Ver a morte sem chorar

E a morte, o destino, tudo

A morte, o destino, tudo

Estava fora de lugar

Eu vivo pra consertar”

Canção de Jair Rodrigues

Eu, Agostinha, gosto de escutar as histórias de mulheres que se reinventaram, que transgrediram por um compromisso de amor consigo mesmas. Interessa-me ouví- las, pois a cada história vou aprendendo um pouquinho com cada mulher, que “vive na esperança de coisas que ainda não se notam, mas que ela já vive por antecipação” (Cebi, 2005).

Essa pandemia tem devastado a vida das mulheres das classes populares, seja do campo ou da cidade/periferia, arrastando-as para a fome, o desemprego, estresse, violência doméstica, adoecimento mental e tantas outras mazelas. Mas que, mesmo nesse contexto, o que permanece no cotidiano da vida, são mulheres persistentes, resistentes, que sonham, inventam, conspiram, desejam um mundo melhor para todos e todas.

E eu, andarilha do jeito que sou, nessas minhas andanças pela Paraíba, ao passar por diversas comunidades, conheci e escutei a história de algumas dessas mulheres, que lutam cotidianamente por um mundo mais justo e humano, a partir dos

seus próprios corpos, marcados pela opressão, mas que, além disso, são marcados principalmente pelo desejo de transformação e justiça, como diz o mantra “Saber esperar sabendo, ao mesmo tempo forçar, as horas daquela urgência, que não permite esperar” (Ofício Divino das Comunidades, p. 431).

Histórias de mulheres ousadas, teimosas, corajosas e desobedientes, baseadas em fatos reais, que assim como as mulheres presentes no Movimento de Jesus, inseridas em um contexto de bastante exclusão social e invisibilidade dos seus corpos, tiveram que reinventar suas vivências e transgredir de inúmeras formas. Atualmente, a presença das mulheres no Movimento de Jesus permanece viva, em movimentos e grupos diversos, que se articulam na luta por libertação, justiça e vida para todos e todas.

Muitas Madalenas e Marias variadas, de ontem e de hoje, como diz a música “Maria, Maria”, de Milton Nascimento: “Mas é preciso ter força, é preciso ter raça, é preciso ter gana sempre, quem traz no corpo a marca Maria Maria, mistura a dor e a alegria, mas é preciso ter sonho sempre, quem traz na pele essa marca possui a estranha mania de ter fé na vida”. A partir da memória dessas marcas, eis aqui o relato de algumas dessas mulheres, que fecundam a vida cotidianamente e transfiguram suas vidas com coragem, teimosia, fé e ousadia:

A primeira história que ouvi, de uma das participantes do grupo de mulheres que faço parte, trata-se de uma mulher evangélica que sofre violência doméstica. Fala sobre uma missionária evangélica desesperada. Mariana, uma mulher evangélica de quarenta e poucos anos, separada com dois filhos. Um rapaz de 21 anos (preso há mais de um ano). Tem também uma menina de 12 anos. Todos moram num puxadinho no terreno de uma tia de Mariana, na cidade de João Pessoa, no bairro popular chamado de Baixo Roger.

Mariana começou sua vida evangélica na Igreja do Pastor RR Soares “Internacional da Graça de Deus”, mas apanhava há vários anos do marido também evangélico. Sem aguentar mais, pensou em se separar. Foi conversar com a Diaconisa da igreja, que lhe aconselhou: “Não se separe dele jamais, coloque o joelho no chão e ore para Jesus amansar o coração dele, se ele está lhe batendo, alguma coisa ruim para ele você fez”.

Mariana ficou inconformada/desconsolada com a situação e mesmo assim decidiu se separar. Num dia após uma briga, ele tentou matá-la. Essa situação foi a gota d’água. Ela juntou o que tinha e foi para a casa da tia que a criou. Como toda mulher pobre e separada, a situação financeira de Mariana ficou caótica e com a pandemia a situação só piorou, infelizmente.

Logo após a separação, ficou desempregada, o ex-marido também desempregado ficou sem pagar pensão, contas de energia elétrica e água se amontoam sem pagamento, sem dinheiro para o botijão de gás (R$ 80,00). O filho que trazia algum dinheiro para casa está preso. Agora ela está vivendo com R$ 120,00 do bolsa família, de doações. Sem gás, cozinha numa panela elétrica, que ganhou de presente, faz bicos como vendedora de roupas, intermedia conserto de celulares, faz trabalhos como cuidadora de idosos e assim vai levando a vida.

Hoje, Mariana está em uma nova Igreja “Assembléia de Deus Restaurando Vidas para Cristo”. Igreja mais aberta que a anterior, é amiga da Pastora, que a acolheu com carinho em sua igreja, escutou suas dores e permitiu que ela realize trabalhos como Missionária. Todos os dias Mariana ora fervorosamente para que Deus continue operando em sua vida e restaure sua prosperidade.

A segunda história fala de uma mulher ousada, que defende suas razões, e ama sua filha. É a mulher que luta pela cura/inclusão, utilizando como estratégia o diálogo. E num é que eu pude observar uma experiência arretada, de uma mulher cabra da peste, só que eu não sei o nome dela e, curiosamente, ninguém sabe. Mas decidi chamá-la de Flor de Mandacaru.

Por aquelas bandas, tinha um moço que era cabra macho, muito querido pelas pessoas, ele era conhecido por algumas habilidades, uma delas era a cura. A cura era seguida pela reinserção social. Ao ouvir falar do moço, Flor de Mandacaru decidiu ir até ele, pois a sua filha Mariah era perturbada por um obsessor e estava com Covid- 19. Ao chegar perto do moço, Flor se ajoelhou pedindo uma ajuda, que curasse Mariah.

Mas ele disse: “Espere a sua vez, tchê. Os filhos precisam ser alimentados primeiro. Se sobrar alguma coisa, os cães poderão comer”. Ah, mas Flor não se conformou mesmo. Rápida e de cabeça erguida, mas com muita humildade, indagou: “Oxente, Moço, entendo, mas os cães não comem as migalhas que os filhos deixam cair?”

O moço ficou esbabacado: – “Arri égua, tens razão! Vá para casa. O obsessor deixou a sua filha, ela não está mais perturbada. Já sobre o Covid 19…Tenha os devidos cuidados, deveria ter se prevenido, né? Aguarde a vez da vacina e continue usando máscara, lavando as mãos com sabão e água, usando álcool em gel e evitando aglomerações.”

Ela foi para casa e encontrou a filha, do jeito que o moço falara. Depois disso, o moço foi para as bandas do Sul. Flor de Mandacaru aprendeu a responder perguntando a partir da realidade do moço, mexendo com a estrutura dele. Flor sabe que precisa insistir, persistir, pensar agindo para cuidar da vida, ainda mais a vida de Mariah. Flor faz o moço olhar por outro ângulo, com dignidade e humanidade.

Na terceira história, me sinto invadida pela força e a coragem das mulheres negras, que “contam a história que a história não conta” como diz o Samba da Mangueira 2019, tirando a poeira dos porões, mulheres pretas que sofrem violência e feminicídio.

Tenho medo de quem me oferece flores e me chama de “meu amor”

Sou jovem preta e militante
Venho descrever as dores essas, que não são tão distantes. Amanhecer hoje foi algo tão irrelevante
Quando aqui na Paraíba, e no mundo, mulheres são agredidas e mortas em poucos instantes.
Por brutos homens, que foram ensinados a matar, tenho medo, mas não posso deixar de falar.

Tenho medo de quem me oferece flores e me chama de “meu amor”

Sinto a dor que elas sentiram, de ontem pra hoje. Apanhei! Sim, ele me espancou, achou pouco e tentou atear fogo em mim. Graças a meu senhor, ops… Graça a minha mãe preta que me gerou. Uma deusa.
Ele não conseguiu, fiquei banhada de gasolina, e dando continuidade quase me esquartejou, foi usando a roçadeira de casa que ele tentou.
Achando pouco, bateu em minha cria, adolescente e jovens meninas, Alice e Bia, as meninas também apanharam. Achando pouco, por fim, ele me matou, Thaisa, 20 anos. Ele me matou.
Tenho medo de quem me oferece flores e me chama de “meu amor”

Porcaria, o que foi que aconteceu às mulheres e meninas sendo agredidas por companheiros e cuidadores seus?! E a culpa é do ateu, porque não acreditou em Deus, DANE-SE! Eu também não acredito nesse teu Deus homem que não é atento a isso, que mata suas filhas, acobertando os homens com a ideia de superioridade

Tenho medo de quem me oferece flores e me chama de “meu amor”

Pois meu amor hoje me matou, me matou ontem e continuará me matando amanhã…
Eu, Jéssica, queria relatar mais, mas não consigo! Por esse instante, sou dor!

Tenho medo, mas não vou deixar de agir.

Eu, Agostinha, recordo-me do dia que escutei o relato dessa jovem, preta e militante. Ela me fez relembrar as palavras de Saffioti: “O poder permeia as relações homem-mulher”. E tomada por uma mistura de sentimentos, como diz a música cantada por Jéssica Gaspar: “A morte atravessa os sonhos de pretos aqui, encaro e grito pro Estado não saio daqui, minha mãe me abençoe e dê forças pra eu prosseguir, seus olhos d’água refletem a força que mora em mim”. E é justamente essa força que habita a vida dessas mulheres, fazendo-as entrar em um movimento contínuo de luta por libertação e justiça.

Tenho mais uma história, a quarta, de uma mulher valente, que ousa manter-se viva com sua fé. Essa até me lembra um Orikí, (louvar, saudar, evocar em Yorubá) uns benditos que gostava de cantar: “teu sol não se apagará, tua lua não será minguante, porque o Senhor será tua luz, ó povo que Deus conduz”, é a resistência de quem faz do lixo pão.

A vejo passar pela rua puxando a carroça há alguns anos, mas durante esse período da pandemia pude observar e conhecer um pouquinho D. Lourdes, 60 e tantos anos, magrinha, cabelo preso, vestindo o que tem a mão, às vezes descalça quando a chinela arrebenta, passa puxando sua carroça no meio do dia, catando os vasilhames de plástico de refrigerantes, latinhas e papelão que estão nas calçadas em sacos plásticos, sem nenhum cuidado deixado nas lixeiras ou nas calçadas pelas pessoas que moram na rua.

Ela passa despercebida para a grande maioria das casas e das pessoas que aí residem, faça sol ou faça chuva. Aos poucos fui puxando conversa para saber quem ela é.

– A senhora vem de onde?
– Venho do Rangel, minha filha.
– Nossa! Como a senhora aguenta? Levo um susto imaginando o itinerário – bairro do Rangel, atravessar o fluxo intenso de carros no Viaduto Cristo Redentor (Sonrisal), pegar a rua Diógenes Chianca e entrar em direção ao bairro dos Bancários – ida e volta.

– É o jeito minha filha, o pouco com Deus é muito, o muito sem Deus é nada!

Sinto um soco na boca do estômago porque o que D. Lourdes consegue coletar são os resíduos que não precisamos, que excluímos – o lixo que ela recolhe para vender/trocar por dinheiro pequeno, de centavos por quilo de coleta; seja as roupas usadas e calçados descartados que ela compartilha com a família e vizinhas e até os poucos alimentos que recebe de uma ou outra moradora da rua, que vendo-a passar com a carroça pesada ladeira acima e ladeira abaixo, se apieda e doa algum alimento, que ela ainda irá preparar quando chegar a noitinha, sem força nenhuma e com a lua alta no céu.

Descubro que D. Lourdes tem diferentes roteiros para os dias da semana nos bairros em torno de onde ela mora. Neste período da pandemia, outras mulheres, homens e crianças também passaram a coletar o lixo. Não nos preocupamos quem elas e eles são, ou porque passaram a coletar os materiais recicláveis, não nos importamos em separar, ou deixar minimamente organizado os materiais, não há o menor reconhecimento de que elas e eles são os colaboradores do meio ambiente, que diminuem com sua coleta árdua o impacto nos veios de água nascente, que ainda resistem nas ruas próximas dessa região.

Ela e as famílias que passam na rua cotidianamente em busca de formas de sobrevivência, são corpos invisibilizados, que transgridem os limites impostos pela sociedade, escancaram a inexistência de ações por parte da gestão pública com as catadoras e catadores e nossa total falta de educação, empatia e respeito com o lixo que produzimos, além da exposição aos perigos e acidentes provocados pela forma como tratamos os resíduos/lixo.

  1. Lourdes subverte a ordem das coisas: seu corpo franzino de mulher preta não se dobra as dores da idade, a fome ou a pobreza, puxando sua carroça muitas vezes com um toco de cigarro aceso, o sorriso no rosto e a voz mansa atenta a prosa me desafia a pensar sobre a solidariedade, os cuidados com o meio ambiente, a relação com a vida e seus desafios…Faço a relação com o texto bíblico da viúva pobre, que vai ao Tesouro do Templo e oferta duas moedinhas, dando tudo o que tem (Mc 12, 21-44) e não do que lhe sobra. Até nisso ela transgride a ordem, a norma.

O pouco da vida dela que observo quando no acaso a vejo passar (ela não tem dia certo para sua rota), ou escuto outra vizinha falar sobre algo que conversou com ela, me cutuca a refletir sobre autonomia, poder de decisão, autodeterminação, fazer o (im)possível, colocar em movimento o que se tem a mão para sobreviver, e mais do que tudo isto, como só enxergamos o que é conveniente aos nossos olhos. Me dou conta da admiração por ela e o quanto ela me faz entrar em comunhão com Deus da vida e que se faz pão vindo do lixo e da exclusão.

  1. Lourdes, as mulheres, homens e crianças que buscam nos resíduos do lixo a possibilidade da comida no prato são corpos políticos vítimas de nossa exclusão – o que temos a dizer para elas e eles?

A quinta e última história, por enquanto, é de uma jovem mulher do campo, chamada Eliza. Quando a conheci, muito animada e com voz forte, cantava a estrofe da música: “Não temas arriscar-te, porque contigo eu estarei, não temas anunciar-me, em tua boca eu falarei, entrego-te meu povo, vai arrancar e derrubar, para edificar, destruirás e plantarás.”

Eu, Agostinha, escutei de perto a sua história, em um encontro com a juventude do campo, ao qual fui chamada para participar. Bom…Eliza para os mais íntimos chama-se apenas Iza. Nasceu em casa, na zona rural do município de Mamanguape- PB, filha de agricultores. O parto foi realizado por sua avó, chamada Dona Severina, muito reconhecida na comunidade, parteira da família, mulher muito experiente e com vasto conhecimento em práticas populares de saúde.

Eliza cresceu e durante sua infância, a partir dos 8 anos de idade, já se sentia uma criança um pouco “diferente” das demais coleguinhas, principalmente na escola. Nunca gostou de usar vestido, saias, maquiagem, enfim…Coisas que as “meninas devem” usar. Quando a adolescência chegou, tudo ficou mais intenso. O tempo foi passando e Eliza, aos 12 anos, começou a perceber que se sentia atraída por meninas, mas guardava tudo em silêncio. Afinal, já imaginou o escândalo que seria ousar falar sobre isso?

Nascida no seio de uma família extremamente religiosa, católica, cujo ensinamento, desde sua infância, é que mulher deve se relacionar e casar com homem, porque amar é o maior dos mandamentos e é dessa forma, seguindo essas normas, que Deus aceita. Logo, diante dessa regra, como lidar com o que estava sentindo, se o que sentia transgredia/desmandava a regra imposta? Eliza continuou sempre muito comprometida com as atividades na igreja, mas não se conformava com essa regra, porque sabia que o que sentia era verdadeiro.

Em uma de suas vivências religiosas, aos 17 anos de idade, apaixonou-se por uma jovem, bastante próxima e também muito religiosa, chamada Marcela. Um tempo após amadurecer o que estava acontecendo, sem aguentar mais tanta repressão, teve a ousadia de chamar Marcela para conversar e falar sobre o que estava sentindo, mesmo não aceitando esse sentimento, por ser algo extremamente proibido, principalmente no contexto religioso, ao qual as duas estavam inseridas.

Após um momento de desabafo, Eliza ainda muito inquieta com o conflito entre sentimentos e regras, buscou orientação religiosa na igreja, confessou-se com vários padres e um deles disse: “Minha filha, você tem certeza disso? Aguarde mais um pouco, pode ser só uma fase”. E uma irmã da igreja a aconselhou: “Minha filha, tire isso da sua cabeça, você vai casar com um homem, ter filhos e uma família linda! Preste atenção nos planos que Deus tem pra sua vida!”

E Eliza seguiu com os mesmos sentimentos e desejos, entrando em conflito e questionando as regras que eram impostas pela família, igreja e sociedade, em nome de Deus. Depois de um longo e árduo processo de desconstrução, através do contato com outras mulheres, do afeto, do toque e sororidade feminina, aos poucos, a mesma foi se levantando, livrando-se das amarras da exclusão social, devido sua orientação sexual, fazendo-me lembrar da mulher encurvada, citada no texto bíblico de Lc 13, 10- 17.

Hoje, Eliza fala abertamente sobre sua sexualidade e vivências na família e em espaços diversos, reconhecendo o direito de ser, viver e agir, como, de fato, ela é, em todos os aspectos que constituem a plenitude da sua vida e condição humana, incluindo a sexualidade, sem deixar de ser cristã, porque onde há amor, como diz o mantra: “onde reina o amor, fraterno amor, onde reina o amor, Deus aí está!”

E eu, Agostinha, digo a vocês com toda certeza, que a história de Eliza marcou- me bastante, por demonstrar muita coragem e ousadia. Com ela aprendi que até para amar, é preciso construir, desconstruir e, se necessário, reconstruir, aprender e, em muitas situações, desaprender, para reaprender de uma nova forma, tendo em vista superação de barreiras e preconceitos impostos por um sistema patriarcal e heteronormativo.

Para mim Agostinha, Edna Maria, Jéssica Silva, Juliana Henrique, Jardene Soares, Elinaide Carvalho, essas mulheres continuam o Movimento de Jesus hoje, esquecidas e ofuscadas, levando adiante o Projeto de Jesus “assumir um compromisso na transformação pessoal e social, individual e comunitária, local e global, bem presente no Sermão do Monte (Mt 5, 1-12). E como nos fala Tea Frigerio (cebi, 2000) “Fazemos experiências de Deus a partir do nosso corpo. Falamos de Deus a partir das nossas experiências humanas. Refletimos sobre Deus a partir da cosmovisão que adquirimos”.

João Pessoa, 18 de julho de 2021.

 

Referências

A Palavra na Vida. 155/156. Hermenêutica Feminista e de Gênero. Várias autoras.

Cebi, 2000.
Ciranda da Amizade e da Alegria. Memórias e Testemunhos do Jubileu de Ouro

de Irmã Agostinha. Cebi, 2005.
FREIRE, A.E.P. “Na desordem do armário embutido: a afirmação da identidade

como um sacramento”. Revista Nures. Ano XV, no 36, maio-agosto, 2017. SAFFIOTI, H.I.B. O poder do macho. São Paulo: Moderna, 1987.

TAMEZ, E. As mulheres no movimento de Jesus, o Cristo. Tradução Beatriz Affonso Neves. São Leopoldo: Clai/Sinodal, 2004.

Fonte: Teologia Nordeste

(20-07-2021)

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