
O intelectual terá duas obras inéditas publicadas em português, Reconstrução Negra e Penumbra da Aurora.
Ana Rosa Carrara e Lucas Salum / Brasil de Fato,
William Edward Burghardt Du Bois terá duas de suas obras mais significativas publicadas de forma inédita em português no Brasil. São elas: Reconstrução Negra (Editora Boitempo), originalmente publicado em 1934, e Penumbra da Aurora: Uma Autobiografia do Conceito de Raça (Editora Perspectiva).
Matheus Gato, professor do departamento de sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, que atua no Núcleo Afro do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), em entrevista para o programa Conversa Bem Viver falou da importância do intelectual para o momento atual. Segundo ele, Du Bois é um dos autores que compreendeu a raça como elemento constitutivo do capitalismo do ponto de vista histórico.
“Du Bois foi um dos primeiros intelectuais ao capturar que o pós-emancipação, que o pós-abolição abria uma miríade de um mundo de servidão no mundo do trabalho. Então, ele é um dos autores que permite com que a gente consiga dimensionar o lugar e a importância da servidão e das formas análogas de escravidão, ao longo de todo o século 20.”, disse o professor que participou na produção das duas obras a serem lançadas no próximo período.
O professor considera que um dos elementos que fazem com que Du Bois, que é um das precursores do Pan-Africanismo, não seja tão conhecido no Brasil como outros intelectuais negros, foi a obstrução da figura de Du Bois na história da ciência sociais.
Confira a entrevista
Brasil de Fato: Eu gostaria que você apresentasse as obras Reconstrução Negra e Penumbra da Aurora e também explicasse sobre o autor, William Edward Burghardt Du Bois, mais conhecido como W. E. B. Du Bois.
Matheus Gato: O Du Bois nasceu em 1868, portanto, três anos depois da Guerra Civil nos Estados Unidos e em pleno período de reconstrução. Isso já é um elemento interessante, porque significa que essa obra Reconstrução Negra, vai tratar contextualmente de um período que o próprio Du Bois viveu na infância, ou seja, que é um período demarcado aí entre as décadas de 60 e as décadas de 70. Então ele nasceu em plena pós-emancipação nos Estados Unidos.
Ele se formou na Universidade Fisk primeiro, que era uma universidade negra no sul dos Estados Unidos. Depois ele fez seus estudos pós-graduados na Universidade de Harvard e na Alemanha. Ele é o primeira pessoa negra a obter um doutorado pela Universidade de Harvard aqui nos nos Estados Unidos. Na década de 90 é quando ele estabelece o seu rico programa de pesquisa em sociologia e em história.
E ele começa a desenvolver, portanto, um conjunto de artigos que vai gerar o seminal As Almas do Povo Negro, que já está traduzido para o português, e que ele lança em 1903. E nesse comecinho do século 20, ele é um dos primeiros intelectuais a trabalhar e a introduzir a sociologia dentro dos Estados Unidos.
Então, o Du Bois, é considerado hoje, um dos pesquisadores fundadores do campo da sociologia empírica, junto com [Karl] Marx, com [Émile] Durkheim, com [Max] Weber, com os autores que, na verdade, formaram a estrutura teórica da sociologia. Ele tem uma extensa produção acadêmica nesse período, trabalhando na Universidade de Atlanta. Ele fica na Universidade de Atlanta entre 1898 até 1910. Depois ele passa para a militância política.
Ele se filia a uma instituição chamada NAACP, que, na sigla inglês, é a Associação para o Avanço das Pessoas de Cor, onde ele passa a dirigir um periódico muito influente nos próximos 20 anos, que é o The Crisis.
Ele fica como editor desta revista entre 1910 e 1934. Que é justamente o ano que ele se afasta da NAACP. É também o ano da publicação do Reconstrução Negra em 1934, que marca uma outra fase da radicalização política do Du Bois. Sua aproximação fica mais densa com o comunismo.
Isso também é marcante no Penumbra da Aurora: autobiografia de um conceito de raça, que sai nos anos 40 Então, ele tem vários embates na luta pelos direitos civis dos negros nessa época de guerra.
Ele é perseguido pelo macartismo no pós-Segunda Guerra Mundial, e, por fim, morre em Gana, nonagenário na década de 60. Ele tem uma vida muito longeva e passa por momentos muito decisivos da história do século 20.
Então, essa é uma das razões pela qual ele decidiu escrever essa autobiografia de um conceito de raça, ou seja, como sua vida, de certa maneira, espelhava os desafios que envolveram a questão racial numa fase decisiva de construção da modernidade no século 20, que é um pouco a caracterização mais abrangente da vida dele.
Me parece que o Du Bois, embora tenha toda essa contundência, ele não é dos mais populares quando a gente fala realmente de intelectuais negros nos Estados Unidos. Por exemplo, Angela Davis e Martin Luther King foram ativistas mais reconhecidos até hoje no Brasil, mas é interessante que os dois se referem a ele como uma pessoa precursora do desenvolvimento intelectual negro nos Estados Unidos.
Exatamente, a Angela Davis narra em sua autobiografia, quando ela estava na prisão, ela pediu livros do Du Bois para ler, e o Martin Luther King também.
De fato o Martin Luther King e a Angela Davis são militantes, intelectuais ligados à luta pelos direitos civis que tomaram todas as atenções da agenda do antirracismo na segunda metade do século 20 e na primeira metade do século 21. Du Bois ficou mais identificado com uma outra fase dessa mesma luta na primeira metade do século 20, esse é um ponto relevante.
Agora, um outro ponto relevante, que também envolve a oclusão do Du Bois, tem a ver também com a própria construção dos cânones universitários. Então, a rasura do Du Bois, da história da ciência sociais, também é uma coisa que levou ele a não ser tão conhecido.
Então, um dos livros que o Projeto Du Bois, que eu coordeno no Centro Afro Cebrape publicou, o primeiro livro que a gente publicou no Brasil, editado pela Recriar, foi um livro que chama A Igreja Negra, que é um livro de 1903. Esse livro é um relatório de pesquisa sociológica de uma grande equipe em torno do laboratório de sociologia de Atlanta.
A gente se esforçou por publicar primeiro esse livro, porque todo esse esforço, de construção de pesquisa, de relatório, de formação de metodologia, como é que você faz uma pesquisa nos Estados Unidos inteiro para tentar capturar a informação das igrejas, você imagina que fazer uma pesquisa dessa hoje no Brasil, por exemplo, já seria um negócio hipercomplicado, então vamos imaginar isso nos Estados Unidos no começo do século 20. Então, essa oclusão dele, do lugar de pesquisador, também contribuiu para isso.
Tem também um terceiro aspecto, que é um aspecto importante, que é o modo como o do Bois lança a mão do conceito de raça, isso foi uma enorme polêmica no pós-Segunda Guerra Mundial.
No pós-Segunda Guerra Mundial, o conceito de raça foi banido pelas ciências humanas, as ciências sociais, devido ao flagelo do nazismo, o flagelo do do fascismo.Mas ele sempre trabalhou na construção de um conceito histórico, de um conceito sociológico de raça que permitisse apreender as desigualdades sociais e culturais entre negros e brancos.
E isso também teve uma recepção truncada no ambiente acadêmico da segunda metade do século 20. Então, acho que são várias camadas que fazem com que ele tenha uma recepção difícil
Professor, você colocaria o fato de ele ter se alinhar ao comunismo no final da vida dele também como mais uma dessas camadas de apagamento.
Também, certamente, é mais uma das camadas de apagamento. É algo que, na minha percepção, divide os pesquisadores aqui nos Estados Unidos.
Muitos pesquisadores que trabalham com Du Bois, às vezes, só trabalham com a primeira fase da obra e não dão tanta bola para as suas últimas produções, para as produções de mais para o fim da vida. E ao contrário, outros pesquisadores, mais de esquerda, focam também quase que exclusivamente na segunda fase de Du Bois.
O que eu acho que é interessante, na verdade, é você compreendê-lo nas suas múltiplas fases, entender o caráter da sua contribuição nos seus diversos momentos. A adesão dele ao comunismo marca muito o tipo de recepção que ele tem, inclusive aqui nos Estados Unidos.
A entrevista me proporcionou a oportunidade de pesquisar mais o Du Bois e eu comecei a olhar algumas fotos na internet, ele quase parece uma pessoa branca e lembrei de Machado de Assis, um grande escritor, talvez o maior escritor brasileiro, que passou por um processo tremendo de branqueamento. Você colocaria também que Du Bois passou por esse branqueamento?
Eu não colocaria o Du Bois como tendo passado por um processo de branqueamento, porque o modo como a constituição da percepção racial nos Estados Unidos se constitui é completamente diferente.
Ou seja, o Du Bois, mesmo com essas fotos, que você tá falando, ele nunca foi percebido como uma pessoa branca nos Estados Unidos ou em qualquer outro lugar. Mas, o fato dele ser, como eles chamam aqui, light skin, sempre gerou tensões dentro dos próprios movimentos negros.
Um momento que eu posso lembrar é na tensão dele com o Marcus Garvey nos anos 20. Garvey fala: “É, mas ele é mulato”. Usa mulato como uma categoria de acusação. Agora, no contexto norte-americano, isso não significa exatamente branqueamento, embora a hierarquia de cor seja uma coisa presente. Ou seja, você tem uma hierarquia de cor, mas que não significa necessariamente um péssimo racial, no caso de pessoas como o próprio Du Bois. Mas o fato dele ser uma pessoa negra de pele clara, sempre gerou rusga, sempre gerou algumas polêmicas em determinados debates no qual ele se colocou.
Como Du Bois teve uma presença pública sempre organizada em torno da questão racial, ele não era uma figura abrangível nesse sentido. O Machado de Assis foi um personagem muito mais discreto com relação a isso. Na verdade é outro universo simbólico de como a raça opera, de como a raça se constitui.
Nos voltando agora para o final dos últimos anos da vida dele, quando ele adentra de fato no comunismo e se muda para a Gana. A gente pode colocar ele como um dos precursores do pan-africanismo, certo?
Certamente, o envolvimento do Du Bois com Pan-africanismo antecede período. O Du Bois foi um dos intelectuais que participou da primeira conferência do pan-africanismo em 1900, ele participou ainda jovem. A conferência de 1900 foi a que cunhou o termo pan-africanismo, como a linguagem para se pensar as solidariedades de africanos com descendentes de africanos na diáspora das Américas.
Ele participa desse evento em 1900 e organiza logo no final da guerra, em 1919 o Congresso Pan-Africano de Paris e outros no começo dos anos 20. Então, quando ele chega em Gana, quando o Kwame Nkrumah, que é um grande pan-africanista, que era presidente no momento que Du Bois chega lá.
E chegando lá, ele quer construir uma enciclopédia africana, a Lingana. Muito interessante essa fase dele. Ele também desenvolve um projeto educacional para tentar implementar políticas públicas no estado independente da Gana. E Gana acabou sendo esse ambiente aonde intelectuais negros exilados puderam ser abrigados. Era um ambiente intelectual e político dos mais interessantes para figuras como ele. Mas Du Bois chega lá velhinho perto de seus 90 anos, e ele morreu com 90 e pouquinhos,
Por que segue sendo importante a gente estudar Du Bois no contexto atual, que a gente tem de Donald Trump como se sentindo imperador dos Estados Unidos? E por que é importante nós brasileiros nos dedicarmos a estudar um intelectual negro estadunidense, sendo que a gente já tem uma vasta construção do movimento negro?
A primeira coisa tem a ver com a própria percepção do capitalismo, o próprio entendimento do capitalismo. Du Bois é um dos autores que compreendeu com a raça é um elemento constitutivo do capitalismo do ponto de vista histórico. E isso ainda está colocado para a gente hoje.
Do ponto de vista formal, o Du Bois é um autor que imagina que a produção do conhecimento se faz em múltiplas direções. Então você lê um livro como o que nós publicamos ano passado com a Editora Fósforo, o livro Água Escura, que tem ensaios históricos, tem poemas, é um livro que tem contos, e isso tudo forma uma unidade.
Essa aposta nas múltiplas linguagens como forma de produção de conhecimento é também um elemento da enorme atualidade de Du Bois.
Um terceiro aspecto que eu destacaria, já emendando com a pergunta que você traz no final, por que seria importante a gente no Brasil ler um autor como Du Bois. Eu acho que Du Bois foi um dos primeiros intelectuais ao capturar que o pós-emancipação, que o pós-abolição abria uma miríade de um mundo de servidão no mundo do trabalho.
Ou seja, que o trabalho das empregadas domésticas sem direito, que todo esse conjunto de trabalhos, que foi o que se apresentou, não só para a população negra, mas para a população indígena no Brasil, ao longo do processo de emancipação do final do século 19 para o século 20. Isso é trabalho livre ou é trabalho servil?
Então, ele é um dos autores que permite com que a gente consiga dimensionar o lugar e a importância da servidão e das formas análogas de escravidão, ao longo de todo o século 20. Ás vezes a gente trabalha com uma dicotomia, período da escravidão e período da liberdade. Mas a verdade, é que o cativeiro se reinventou em diferentes formas de trabalho no campo e mesmo na cidade, de diferentes maneiras ao longo do século 20.
Ele é um dos autores que ajuda a gente compreender que uma trabalhadora, um trabalhador boliviano que está encarcerado num bairro, numa grande cidade no Brasil ou aquilo que pode estar acontecendo numa vinícola no Rio Grande do Sul, que aquilo não era exceções na trajetória do capitalismo, mas sim era constitutivo e central para sua formação, e também como isso é de suma importância para a nossa realidade, ele é um autor que a gente deve revisitar nesse sentido.
E a outra razão pela qual nós brasileiros devemos ler Du Bois, envolve também um pouco esse lugar dele na formação das ciências sociais. Porque Du Bois não é um clássico negro da sociologia, ele é um clássico americano da sociologia, ou seja, ele é o que funda a sociologia nas Américas, para o Canadá, para a gente, para Cuba, para a Argentina, para todo o continente americano
Ele funda isso observando que sociedades que haviam passado por processos de colonização e escravidão, seriam sociedades modernas aonde a raça comporia um elemento fundamental da hierarquização e da estratificação social. Então, por isso, a gente não pode deixar de observar suas imensas contribuições para as humanidades.
Conversa Bem Viver

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