CONFIRMANDO O LANÇAMENTO DO LIVRO DE BATTISTI

ESTE POSTER FOI GENTILMENTE CRIADO PELO ARITISTA BRASILEIRO ELISEU DE CASTRO LEÃO

 

Livro de Battisti: Lançamento em 26/04 na USP, 18 hs

CONFIRMADO

Jamais Foi Cogitado Seu Cancelamento

 

 

 

Estamos confirmando que o livro do escritor italiano Cesare Battisti Ao Pé do Muro terá seu lançamento em São Paulo no dia:

Quinta 26 de Abril, às 18 horas, no Anfiteatro de Geografia da USP, Avenida Professor Lineu Prestes, 338

O evento consistirá numa sessão de autógrafos e num DEBATE, cujo painel comunicaremos proximamente, mas estará aberto a todos e aguardamos a participação de todos os presentes.

Veja como chegar.

 

 

 

Cuidado com as Falsas Informações!

Na edição do dia 19/04/2012, a versão eletrônica parcial do jornal Folha de S. Paulo, dita Folha.com, publicou esta notícia: (Vide o link, as reticências e grifados são meus)

(…) Cesare Battisti (…) cancelou o lançamento de seu livro “Ao Pé do Muro” (ed. Martins Fontes), que aconteceria ontem em São Paulo, informa a coluna “Mônica Bergamo”, publicada na Folha desta quinta-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha). Battisti ligou para a Livraria da Vila um dia antes avisando e não remarcou.

Esta notícia e a área onde foi publica na Folha.com tem vários aspectos interessantes; veja:

1)    Jamais foi cogitado o lançamento em São Paulo em nenhuma data da semana anterior. Inclusive nesses dias houve eventos sobre o livro no Rio de Janeiro. Não acreditamos que a Folha tente repetir o milagre dos juízes de Milão, de fazer aparecer a mesma pessoa em dois lugares ao mesmo tempo.

Aliás, como se pode anunciar o cancelamento de um evento que nunca foi convocado?

2)    A data de Quinta 26 de Abril foi anunciada há bastante tempo. Quanto tempo de antecedência precisa um jornalista para tomar conhecimento de uma notícia tão simples? 

3)    O próprio Battisti teria ligado para Livraria da Vila. Será que existe uma gravação dessa ligação?

4)    Além disso, por que Battisti teria ligado a uma livraria, em vez de ligar a algum jornal ou agência de notícias? Por que não ligaram os organizadores, neste caso o SINTUSP, como sempre se faz?

5)    O jornal publica 3 comentários de leitores. Como são muito injuriosos, a Folha adverte, ao pé de cada um deles, que a opinião é por conta do autor e não do jornal. Curioso: até há pouco tempo, a Folha advertia que não publicaria comentários de baixo calão, injuriosos, etc. Embora isso dependesse bastante de quem fosse o injuriado, algumas vezes funcionou com certa neutralidade. Por que mudar o critério agora?

 

É urgente que o parlamento brasileiro legisle sobre o princípio básico defendido pelo direito humanitário internacional: o público que usa a mídia tem direito a informação verdadeira.

 

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