Comida ou mercadoria: de que se alimenta o mundo?


Neste domingo, dia 16, foi celebrado o Dia Mundial da Alimentação. Na séria de reportagens “Comida ou mercadoria: de que se alimenta o mundo?”, saiba sobre a luta dos povos por soberania alimentar.
O direito à alimentação é reconhecido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948. No entanto, não é realidade para grande parte da população mundial.
O primeiro programa da série mostra que a atual forma de produção do biocombustível não é sustentável. Além disso, fala sobre as conseqüências dos monocultivos para a soberania alimentar.
A segunda reportagem trata sobre os transgênicos. A liberação dos organismos geneticamente modificados tem sido feita em meio ao desconhecimento. Em jogo, a saúde humana e a do meio ambiente.
Os interesses financeiros em torno dos recursos naturais são analisados na terceira reportagem da série. Nela, ativistas explicam que a fome no mundo não resulta da falta, mas da má distribuição dos alimentos.
Para concluir, conheça grupos que propõem alternativas à maneira em que a agricultura é conduzida atualmente. O quarto programa apresenta cooperativas que cultivam alimentos sem venenos e regionalizam a produção, respeitando a natureza e a cultura local.
A série de reportagens “Comida ou mercadoria: do que se alimenta o mundo?” foi publicada originalmente nos meses de agosto e setembro. Este é um trabalho da Pulsar Brasil em conjunto com a rádio matraca e a Rádio Dreyeckland, dois grupos de mídia alternativa da Alemanha.
Audios disponíveis:
Reportagem 1 – Atual forma de produção de biocombustível não é sustentável.
6 min e 36 seg. (6,05 MB)
Reportagem 2 – Liberação dos transgênicos é feita em meio ao desconhecimento.
7 min e 39 seg. (7,0 MB)
Reportagem 3 – O problema da fome no mundo não é a falta de alimentos.
7 min 50 seg. (7,23 MB)
Reportagem 4 – Cooperativas cultivam alimentos sem venenos e regionalizam a produção.

7 min e 20 seg. (6,78 MB)
(*) Matéria reproduzida  da Pulsar Brasil – Agência Informativa de Rádios Comunitárias

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