Se não há meio ambiente, não há economia

marcus oliveiraNo caminho da prosperidade, as economias modernas devastaram boa parte dos recursos naturais. Em nome do crescimento econômico, a atividade industrial dilapidou os serviços ecossistêmicos (responsáveis pela manutenção da biodiversidade), desfigurando a natureza em várias frentes. Indiscutivelmente, mudanças climáticas foram – e estão sendo – provocadas pelo “homem-econômico”…

Os empregos verdes em uma economia de baixo carbono

marcus oliveiraNo seu relatório anual sobre as tendências mundiais do emprego, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que, “apesar de uma recuperação moderada do crescimento da produção” esperada para este ano e para 2014, “a taxa de desemprego deverá aumentar de novo e o número de desempregados no mundo crescerá 5,1 milhões em 2013, ultrapassando 202 milhões”…

A economia é um subsistema do meio ambiente

Definitivamente, a economia neoclássica têm sérias dificuldades em aceitar o fato de que a economia é apenas um subsistema do meio ambiente. Centrados numa visão míope do diagrama do fluxo circular que é de natureza hermeticamente fechada, isolada e restrita, os economistas tradicionais não enxergam a completa interrelação existente entre a economia e a natureza…

Desperdiçando alimentos e recursos naturais

Numa época em que indiscutivelmente um dos mais urgentes desafios mundiais é o de conciliar desenvolvimento econômico com equilíbrio e preservação ambiental, buscando com isso atingir a prática de uma atividade econômica que respeita as leis da natureza, o desperdício de recursos naturais e de alimentos, em escala mundial, tem sido o grande vilão na tentativa de consolidar uma gestão controlada de todos os recursos que vem da natureza…

Desenvolvimento solidário

Valorizar as pessoas em primeiro lugar é sinônimo de desenvolvimento solidário e humano. Deveria ser esse o objetivo precípuo dos modelos econômicos cujo intuito desejável seria fazer com que a economia fosse usada para servir as pessoas, e não o contrário como, lamentavelmente, é prática corriqueira…

Na contramão das atitudes sustentáveis: a obsolescência programada

Obsolescência programada é um conceito que preconiza diminuir a vida útil de um produto para “forçar” o consumo de versões mais recentes ou modernas, estimulando assim o consumismo, descartando, com isso, o conserto. Esse termo é originário do processo de “descartalização” criado a partir da década de 1930 por algumas economias capitalistas europeias no intuito de movimentar a “máquina econômica” com mais produção…