‘A gente precisa de uma visão da atual segurança pública como algo falido; não está aí pra proteger, e sim exterminar’

Seis anos após o sangrento maio de 2006, que registrou 500 assassinatos em menos de uma semana nos confrontos entre polícia e PCC, São Paulo encara o retorno da mesma onda de violência, repetindo inclusive o brutal número de mortes violentas, que na imensa maioria das vezes vitima pessoas nada relacionadas com os dois lados em guerra.