“Um mero depósito infecto de seres humanos. É disso que se trata. Não há nenhuma perspectiva de restabelecimento de laços sociais, reinserção no mercado de trabalho, nenhuma politica de educação, não há nenhuma atenção para os que precisam de atendimento de saúde mental”, Rogério Pacheco Alves, da 7ª promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Cidadania. Vice-prefeito e secretário de Desenvolvimento Social do Rio, Adilson Pires culpa os moradores de rua.
Redação
Resultados prévios serão apresentados à imprensa em coletiva nesta sexta-feira (14), às 10h, no Rio de Janeiro.
“O objetivo do pacto é garantir que a vida, a integridade e o trabalho desses profissionais será garantida. Não é possível que isso ( a morte do cinegrafista) se reduza a lamentações e notas de pesar. Precisamos reagir a isso”, disse o presidente da Fenaj.
Será na Associação Brasileira de Imprensa (ABI) – R. Araújo Porto Alegre, 71, Centro, às 19h.
Agência da ONU para refugiados apoia os mais de 43 mil refugiados que vivem em Angola, oferecendo assistência legal, garantindo acesso aos sistemas públicos de saúde e educação e organizando treinamento vocacional para torná-los autossuficientes.
Na próxima terça-feira, 11 de fevereiro, acontece o #TheDayWeFightBack, um dia em que organizações do mundo inteiro vão realizar ações – online e offline – para pedir o fim da vigilância massiva na internet, bem como garantir que o seu direito à privacidade seja respeitado.
Entidade manifestou preocupação com o arrombamento e invasão da sede da CPT, em Boca do Acre (AM). A equipe, que se situa no sul do Amazonas, por questões de proximidade geográfica e social é vinculada à CPT Acre.
Depois de quase dez anos de espera, mais de 2 mil mulheres indígenas e camponesas veem agora seu direito à justiça negado, após decisão da Justiça. Elas representam apenas uma pequena parte das mais de 200 mil mulheres indígenas e camponesas esterilizadas durante os anos 1990.
Deuci Lopes, 17 anos, morreu atropelada na noite deste sábado (8) no corredor que liga Dourados a Ponta Porã (MS). Ela deixa um filho de dois anos, estava acompanhada do marido quando um caminhão carregado com bagaço de cana a atingiu arrastando-a por alguns metros. O caminhão pertencia à Usina São Francisco, que arrenda as terras, reivindicadas pelos indígenas do Apyka’i, de um fazendeiro.
