Campanha Fraternidade 2026 acontece durante a quaresma e considera que a moradia digna é a porta de entrada para todos os demais direitos.
Redação
A luta de Flávio Dino contra os “penduricalhos” no setor público é indispensável. Porém, mostramos: muito maiores são os rendimentos e privilégios no topo das empresas privadas – pagos pelas tarifas e preços impostos à população.
Depois de 64 anos de luta, 21 famílias da Paraíba conquistaram o Assentamento Agroextrativista Elizabeth Teixeira, na Fazenda Barra das Antas. A regularização do território foi formalizada pelo Ministério da Agricultura do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar na quinta-feira (5).
A economia digital cresce entre 10% e 12% ao ano globalmente, superando em muito o crescimento do PIB. No Brasil, a economia digital já representa entre 11% e 13% de todas as riquezas e emprega diretamente entre 4,5 e 7 milhões de pessoas, mas poderia contribuir muito mais com políticas adequadas de financiamento e fomento.
Neste carnaval, despirei a fantasia da vaidade e entrarei no corso dos que buscam os bailes do espírito. Desfilarei na Via Láctea cavalgando um asteroide e aplaudirei o rodopio de Gaia, a porta-bandeira, sob os olhos dourados do mestre-sala, o Sol. Espalharei pelo teto do céu confetes de estrelas, enquanto os cometas estenderão serpentinas brilhantes.
O mundo e a história, em constante mudança, desafiam nossa compreensão. A única maneira de enfrentar esse dilema é a precisa análise que se debruça sobre as determinações, nos permitindo ir da aparência caótica do todo até as relações e determinações complexas. Quando o conhecimento não tende à totalidade ele pode se enganar com um ou outro aspecto que se mostra mais evidente.
A reconfiguração das relações comerciais internacionais tem sido marcada por disputas estratégicas por mercados, recursos e influência geopolítica. Em meio a crises energéticas, rearranjos produtivos e pressões por novos parceiros econômicos, acordos multilaterais voltam a ocupar papel central na redefinição do comércio global.
Em fevereiro de 1936, quando Tempos Modernos estreou nos cinemas, o mundo tentava respirar depois da Grande Depressão. Noventa anos depois, as máquinas continuam ligadas — talvez mais silenciosas, talvez mais digitais, mas não menos vorazes. Chaplin sabia: o ritmo imposto ao corpo humano pelo lucro não envelhece, apenas muda de forma. A linha de montagem que engole Carlitos ainda corre diante de nós, agora em telas de celular, trabalho por aplicativos, metas e algoritmos.
Cuba vive sob a sombra de ameaças e chantagens dos EUA desde a revolução de 1959. Mas a atual escalada imperialista de Donald Trump nas Américas representa um dos perigos mais sérios que seu povo enfrentou em todo esse tempo.









