Um grupo de ativismo internacional, o Avaaz, afirmou que possui documentos comprovando que mais de 600 sírios foram torturados até a morte por forças de segurança, durante a repressão aos protestos antigoverno no país. Especialista critica cobertura da imprensa.
Pelo Mundo
Diversos líderes se manifestaram na Plaza de Mayo, na Argentina, pedindo a revogação da “Lei Antiterrorista”, que criminaliza as manifestações e protestos sociais.
“Por qué quebró McDonald’s en Bolivia” conta a história do primeiro país latino-americano que ficou sem o McDonald’s e o primeiro mundo onde a empresa fechou por manter seus números no vermelho.
Em dezenas de países, a opção sexual pode configurar um crime grave, levando cidadãos à morte pelas mãos do próprio Estado.
Inés Fernández Ortega e Valentina Rosendo Cantú foram estupradas em 2002, em ataques diferentes, por soldados mexicanos. A violência sexual, entendeu uma corte internacional, foi praticada por agentes do Estado mexicano, em serviço. A impunidade persiste até hoje.
As imagens das manifestações dos “indignados” voltam aos jornais nas edições de sexta-feira (4/11). Na Folha de S.Paulo, é a principal fotografia da primeira página, tendo logo abaixo uma imagem dos estudantes que ocupam a reitoria da Universidade de São Paulo. Não se pode acusar a Folha de estar forçando uma comparação entre os dois acontecimentos, mas não há muitas outras maneiras de ler essa escolha editorial, principalmente porque as duas fotos são unidas pela legenda: “protesto lá” e “protesto cá”…
Vídeo feito a partir de um celular mostra o jovem sendo abusado e humilhado sexualmente e foi divulgado pela rede americana ABC.
Crise humanitária na Somália continua matando diariamente e pelo menos 720 mil crianças podem morrer de fome, segundo alerta do UNICEF, na região conhecida como ‘Chifre da África’. Qual critério editorial permite omitir esta informação?
O analista de relações internacionais Mark Weisbrot torna público o teor de um documento americano vazado que mostra como os EUA tentaram forçar o Haiti a rejeitar US$ 100 milhões anuais em ajuda (equivalentes a R$ 50 bi na economia brasileira) porque vinha da Venezuela.
