É isso o que o Governo do Estado do Rio de Janeiro chama de “autonomia com responsabilização”: dá o cargo para qualquer bandido e retira eles só depois que, por exemplo, uma juíza independente que estava acabando com quadrilhas inteiras de grupos de extermínio é morta, cruelmente morta.
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Sem mandado, Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) e agentes da Polícia Federal entraram ilegalmente no Campus Universitário da UFRJ (IFCS, Largo de São Francisco, Rio de Janeiro), lacraram e levaram o transmissor da rádio Pulga,…
Por 4 votos a 3, os jurados que compuseram o Tribunal do Júri desta quarta-feira (27) decidiram pela condenação de Jair Firmino Borracha, acusado de matar, em 1999, Eduardo Anghinoni – irmão de uma das principais…
Do Pauta do Dia A Corregedoria da Polícia Militar está investigando os policiais lotados no 16º BPM (Olaria) que estavam de serviço no blindado da unidade – popularmente conhecido como “caveirão” – no último domingo….
Carlos Alberto Lungarzo Anistia Internacional (USA) – 2152711 No dia 26 de março desse ano, foi encontrado na cidade de Niterói (Estado de Rio de Janeiro), o corpo do músico Cláudio Márcio de Souza Santos,…
Na Parte 1 nos referimos às Comissão de Verdade e Justiça (CVJ) procurando suas origens nos Tribunais contra crimes contra da humanidade, com os exemplos de Nuremberg (1945-47), da Grécia (1975), da Argentina (1984), e da África do Sul pós-apartheid. Apresentei depois o projeto de Anistia Internacional para o Brasil, tornado público após do anúncio do PNDH-3. Analisamos as manobras conceituais de grupos inimigos dos DH, aliados dos militares, tentando comparar os crimes atrozes das ditaduras, com as reações desesperadas das vítimas que tentaram defender-se como podiam. Essa divisão entre carrascos e vítimas conduz naturalmente a uma divisão entre repressores e resistentes. Mostra-se que crimes cometidos pela repressão não são anistiáveis, pelo menos em sua ampla maioria, e que a CVJ deve incluir a punição dos militares de maneira explícita e eficaz.


