Trecho sem cortes:
Em entrevista à Band na quinta-feira (1/3), José Serra comete gafe e chama o Brasil de “Estados Unidos do Brasil”. Logo em seguida, o entrevistador Boris Casoy corrige: “O Brasil não chama Estados Unidos do Brasil”.
Serra então solta uma emenda pior que o soneto ao indagar surpreso: “Mudou?”. Boris lembra: “É República Federativa do Brasil”. E Serra, de novo: “Que é parecido”.
Desde 1967, o nome oficial do Brasil segundo a Constituição é República Federativa do Brasil. E o candidato (duas vezes) à Presidência da República não sabia disso.
Mas tudo bem, porque ele não sabe matemática mesmo…

JOSÉ SERRA
Lá vem José Serra de novo
Tentando ludibriar o povo
Com a sua carinha de inocente
Quer ser prefeito de São Paulo
Já que seus votos não tiveram saldo
Suficiente para elegê-lo presidente.
O cargo não é o mais importante
O que importa é estar atuante
Na máquina do poder
Porque no final das contas
O que interessa é a pompa
Na qual o político costuma viver.
Mas fico bastante preocupado
Devido ao famoso atentado
Que quase levou Serra ao céu
Será que ele teria saúde suficiente
Para guiar São Paulo conscientemente
Depois da atômica bolinha de papel?
O Serra é muito corajoso
Pois se sair vitorioso
Aumentará muito a sua fama
E isto talvez lhe traga perigo
Porque surgirão outros livros
Como o ‘Privataria Tucana’.
Aqui em São Paulo o PSDB
Tem a segurança que deseja ter
Pois exerce influência sobre a imprensa
E assim ele vai se perpetuando
No poder e a elite vai ficando
Com fama de gente que não pensa.
É hora do PSDB ir embora
Apagando para sempre da história
A sua política de subserviência
E permitir ao Brasil prosseguir
Aparando as arestas e assim
Consolidar a sua independência.
Eduardo de Paula Barreto – SP.