Como está no site de Tom: “Existem duas versões de letra para Lígia. As duas são de Tom Jobim, mas a segunda tem alguns toques de Chico Buarque. Chico não quis, entretanto, aparecer como co-autor. Durante o momento político da ditadura militar, a censura mantinha o compositor sob rédeas curtas. E Chico, para poder expressar-se com mais liberdade nas letras que fazia, decidiu assinar suas composições com pseudônimos, como por exemplo Julinho da Adelaide”.
A versão abaixo é, no começo, a de Tom. Tanto Roberto quanto Gal interpretam a versão com os toques de Chico. As duas estão disponíveis aqui.
Jornalista, 44, com mestrado (2011) e doutorado (2015) em Comunicação e Cultura pela UFRJ. É autor de três livros: o primeiro sobre cidadania, direitos humanos e internet, e os dois demais sobre a história da imigração na imprensa brasileira (todos disponíveis em https://amzn.to/3ce8Y6h). Saiba mais: https://gustavobarreto.me/

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