Durante o ano de 2010, em várias unidades da Federação, inclusive na Paraíba, estão sendo organizados encontros ou seminários de celebração, avaliação e planejamento das ações do Movimento das Comunidades Populares (MCP), nesses quarenta anos de sua história.
No domingo, 24 de outubro, tive a alegria de participar desse Seminário, realizado em Santa Rita, na sede municipal do MCP, situada no bairro do Alto das Populares, próxima ao Ginásio. Posso imaginar o semblante de apreensão de quem leia este breve relato, a partir mesmo do título: “E existe também este movimento? É a primeira vez que ouço ou leio sobre ele…” Pois bem, estamos diante de uma experiência densa de organização popular, enraizada em comunidades rurais e em periferias urbanas, com pouca ou nenhuma visibilidade midiática. Característica típica de experiências fecundas do que se tem chamado, a justo título, de “correntezas subterrâneas” Não é a única, por certo. É mais um afluente dessas “correntezas” quase invisíveis a olhos acostumados ao fluir das águas de superfície, como a experiência que tivemos durante a enxurrada do período eleitoral recém-findo…
Contrariamente ao que se poderia esperar, os protagonistas deste Movimento não agem isoladamente. Articulam-se, ao seu modo, em pequenas comunidades fortemente atuantes localmente e em constante interação com as demais, ou, na feliz expressão de Dom Fragoso, são as “articulações de micro-experiências”. Cumpre assinalar, a esse respeito, que ainda em outubro do ano passado, celebrávamos, em Serra Redonda e em Salgado de São Félix – PB, a memória de quarenta anos de uma outra de tais experiências, a da Teologia da Enxada, que também contou, entre dezenas e dezenas de participantes, com a presença atenta e servidora da representação do MCP, também conhecido pelos seus dois veículos de comunicação – Jornal A Voz das Comunidades” e o Jornal Voz da Juventude Popular, que circulam duas vezes por ano, funcionando como instrumento, ao mesmo tempo, informativo e formativo.
Pelas informações recebidas de seus membros, foi bem fácil chegar até à sede do MCP, em Santa Rita. Ao descer em frente ao Ginásio, segui em frente, e, na terceira rua (Rua Eneas Soares, salvo engano), entrei à esquerda. Logo me deparo com uma casa na frente da qual se pode ler, em letras bem visíveis, Movimento das Comunidades Populares.
Seminário marcado para iniciar às 9 horas. Cheguei por vota das 8h30, e por lá já encontrei alguns membros a ultimarem os preparativos do salão. Foram chegando os demais membros, tanto os de Santa Rita quanto os que vinham de outros municípios (o pessoal de Mogeiro – PB; a representação de São Lourenço da Mata – PE e outros).
Acolhida e início do Seminário: memória
O salão estava bem asseado, com as carteiras já dispostas em círculo, materiais sobre cada carteira, a bandeira do MCP, músicas do movimento (inclusive o hino) sendo tocadas, e com todo um clima de boa acolhida e confraternização entre os que iam chegando.
Coube a uma jovem do MCP, de Santa Rita, Domitilla (da segunda geração do Movimento), fazer a abertura do Seminário, expressando oficialmnete as boas-vindas a todos, a todas, e propondo uma apresentação de cada uma, de cada um, e rememorando a pauta antecipadamente combinada e enviada para os participantes.
Em seguida, foi solicitado aos membros mais experientes do movimento que sintetizassem o que sabiam sobre as origens do MCP. Vários dos membros foram fazendo a memória, desde as origens do MER – Movimento de Evangelização Rural, muito atuante em vários Estados. Foram relembrando facetas de suas lutas, de suas conquistas, de sua organização, recordando a caminhada em distintos períodos, os diferentes nomes pelos quais passou, inclusive a CIT – Corrente Independente dos Trabalhadores – até assumir o nome atual, Movimento das Comunidades Populares.
Foram também rememoradas características fundamentais do MCP, até hoje respeitadas pelos seus membros, dentre as quais:
– aposta na força da e na organização dos pobres, por meios e caminhos libertários;
– cultivo da organização nas e das bases (nas associações de moradores, nas associações por local de trabalho, inserção comunitária e nos movimentos populares, grupos de mulheres, grupos de jovens, escolas infantis, trabalhos em comunidades eclesiais, em rádios comunitárias, em pequenas cooperativas autogestionárias;
– investimento na formação permanente de seus membros, incluindo crianças e jovens;
– zelo pela autonomia, com vigilância para não se tornarem correia de transmissão de partido, de aparelhos governamentais e do Estado ou de igrejas;
– compromisso com os interesses da Classe Trabalhadora, com suas bandeiras e com suas lutas.
– o compromisso da solidariedade com as diferentes comunidades e respectivos membros, bem como o cultivo do respeito ao jeito de cada uma se organizar, tendo em comum os objetivos fundamentais do Movimento.
Laborando uma pauta avaliativo-propositiva
Ao agradecer pelo recebimento do convite à representante do MCP, do segmento de Santa Rita (a quem coube a delegação de fazer e divulgar o mesmo), solicitei informação sobre a pauta do Seminário. Eis a resposta:
“Pauta
1. Como avaliamos a situação do povo nos últimos 10 anos?
a) Na Economia – Trabalho renda e poupança.
b) No Social – Saúde, escola, moradia, lazer, esporte…
c) Na Política – Participação nas entidades, movimentos, pastorais e eleições.
d) Na Ideologia – Cidadania, ética, religião, consciência comunitária, respeito às crianças e aos idosos, respeito à vida humana e à natureza.
2. Qual é a causa desta situação?
3. O que estamos fazendo para melhorar esta situação?
4. Que proposta temos para os próximos 10 anos em vista de mudar a vida do povo para melhor?”
Tocante, a simplicidade da pauta, elaborada comunitariamente, bem na perspectiva do MCP. Nela vários aspectos podem ser sublinhados. De minha parte, destaco os seguintes: elaboração comunitária; propósito de exercitar um olhar (auto)avaliativo, mas partindo do chão do povo dos pobres e das comunidades, abrangendo um período de dez anos, como é o costume no MCP; disposição de identificar os entraves principais e suas causas; inquietação prospectiva…
E assim se fez. Para tanto, após o momento da rememoração das origens do MCP, a plenária foi solicitada a reunir-se em pequenos grupos, buscando orientar-se pelas perguntas constantes da pauta. A cada pequeno grupo foi indicado um local. Uns se mantiveram no próprio salão, enquanto outros se reuniram em outros lugares da sede, inclusive coube a um dos grupos reunir-se no quintal da sede, sob uma frondosa mangueira. Aqui também fiquei.
Como de hábito, em encontros do gênero, os pequenos grupos propiciam uma participação horizontal mais efetiva, à medida que, uma vez proposta uma roda de falas, cada uma, cada um tem pedaços de sua história a compartilhar, tomando a pauta como roteiro, com a coordenação de uma pessoa e a relatoria de uma outra. Bem no estilo da Educação Popular, na perspectiva de Paulo Freire.
Um bom tempo foi tomado para o cumprimento dessa tarefa, até o final da manhã. Na socialização de tais discussões, quanta riqueza de detalhes, das coisas aparentemente “miúdas” e que também encerram a beleza do Movimento e de seus protagonistas.
Saíram tantos depoimentos ou relatos tocantes de experiências do cotidiano dos membros/comunidades do MCP, na Paraíba. Sublinho os que espontaneamente me vêm à memória, com mais força:
– Investimento na auto-organização por meios próprios: o GIC (Grupo de investimento coletivo – uma espécie de caixa comunitária, na qual se depositam pequenas reservas, por um período fixo, após o qual quem nela deposita, terá assegurada a devolução integral mais uma módica remuneração, sendo que uma parte da remuneração do valor depositado vai para uma caixa comum, visando a financiar despesas com a publicação dos jornis, com o custeio de viagens e outras despesas do coletivo;
– feira coletiva: arrecadação de produtos de uma cesta básica, a ser sorteada no dia aprazado, com uma simpática acolhida e participação de muitas pessoas da comunidade;
– consórcio de objetos ou produtos, como meio de arrecadação a serviço do coletivo;
– mercadinho coletivo: organizado e coletivamente gerido por membros do MCP, com o propósito de auto-sustentação, com compromisso também com o Movimento…
No final da manhã, foi feita apenas uma parte da socialização, quando se ouve: “O almoço já está pronto!” – gritava o pessoal mais diretamente encarregado de preparar o almoço (o pessoal de Santa Rita, com a coordenação de Terezinha e Francisca). Uma delícia de almoço! Abençoadas, as mãos de quem o preparou!
Conversa vai, conversa vem, eis que alguém chama de volta todos ao salão, para assistirmos a um comovente DVD com fotos expressivas de pessoas e lugares, celebrações, eventos, relembrando momentos-chave dos 40 anos do MCP, fotos acompanhadas das músicas de referência do MCP, em cada época, inclusive do hino, que cantamos, logo no início.
Em seguida, foi dado prosseguimento à socialização do que foi discutido nos pequenos grupos, agora com uma inquietação não apenas avaliativa em relação aos últimos dez anos do MCP, mas também prospectiva para os próximos dez anos.
Em relação ao planejamento, saíram igualmente idéias muito instigantes, entre as quais:
– melhorar a articulação com as comunidades de outras regiões;
– utilizar mais e melhor os periódicos do MCP, o Jornal A Voz das Comunidades (JVC) e o Jornal da Juventude das Comunidades Populares, ambos de circulação semestral, não apenas para divulgação, mas também com propósito formativo e informativo;
– pensar um programa de formação contínua, que se possa viabilizar também por meio da internet, recorrendo-se, inclusive a uma página eletrônica para o Movimento, sem se descuidar dos contatos e visitas indispensáveis.
– cultivar com mais entusiasmo as raízes bíblicas do MCP, por meio de uma mística formativa pessoal e comunitária, à luz da Teologia da Libertação.
Aqui apenas tangencio um ou outro ponto, lembrando a rica diversidade de pontos, experiências e sugestões socializados. Aqui se trata de socializar apenas alguns momentos do referido Seminário, a partir do meu olhar parcial e limitado. Consola-me o fato de que o MCP tem seus próprios relatores e relatoras, que hão de socializar o mesmo acontecimento, de modo mais circunstanciado.
Ao me despedir, agradecido, daquele marcante Seminário, do qual participaram, entre outras pessoas, Chico Malta (Carrapateira, Cajazeiras – PB), Aldo (São Lourneço da Mata – PE), Domitilla (Santa Rita), Terezinha (Santa Rita, Jaqueira), Tiago (Santa RIta), Ronaldo (Santa Rita), Francisca (Santa Rita), Augusto (Santa Rita), Juan (criança, Santa Rita), Marília (Santa Rita), Zezinho (Assentamento João Pedro Teixeira, Mogeiro), Tito (Assent. J. P. Teixeira, Mogeiro), saí com a convicção de tratar-se de um movimento com um jeito alternativo de lutar por uma nova sociedade, bem ao modo do que se vem chamando de “correntezas subterrâneas”.
João Pessoa, 09 de novembro de 2010.

Bom dia, durante seis longos anos atuei com esta corrente politica, na região da grande porto alegre ajudei a introduzir esta linha politica no meio dos metalurgicos da região, sou de formação profissional FERRAMENTEIRO, e
como tinha atuaçaõ na oposição ao sindicato tido como
atrasado, deespertei o interresse de pessoas liberadas pelo antigo MER, e fui acompanhado por JOâo carlos durante meses, até que me apreesntaran a dita organização.
Lembro de perguntar se a inclinação politica dos mesmos era MARXISTA-LENINISTA, a resposta foi afirmativa, como
afirmativa seria a resposta, para cada pergunta que eu
considerado um alvo a ser conquiatado.
Em abril de 1985 fui de avião até feira de Santana na Bahia; e apartir daquela data fui oficialmente considerado um membro desse grupo politico.
Este é o primeiro capitulo esguirão outros.
Luiz Alberto Pires
( Vice presidente da zonal 112 do PT de porto alegre )
Boa noite, esta é a sequencia do que escrevi pela manhã espero que pelo menos voces divulguem estes textos e façam chegar a coordenação da MCP.
em 2206 foi escrito um livro denominado ” EM BUSCA DE NOVOS CAMINHOS ” este tomo e de autoria de uma dezena de pessoas que construiram a JAC, o MER e a CTI não
participaram do MCP porque ou foram expulsos ou nunca mais foram procurados pela direção desse movimento.
Meu caso é sintomatico em uma tarde de domingo chuvosa de 1990 uma pessoa com o nome VERA me comunicou na frente de cinco pessoas que eu não fazia mais parte
da CTI, assim direto como que eu fosse uma pessoa de rua que se escuraça por prazer.
Tomeu uma atitude drastica me leventei e fui embora, pois nen no tempo da ditadura mais ferrrenha tinha sido tratado de tal maneira, isto que em 1978 militando
no então proibido e clandestino P C do B, participei de um assalto a banco cujo o dinheiro foi todo para o comite central que naquela epoca estava na ALBANIA.
Começava bem minha luta contra a ditadura pois eu tinha 20 anos, e sabia da ditadura pois meu pai em 1964 era tesoureiro da associação dos hidroviarios do R G SUL.
E muito sofreu por esta ousadia, a escola estave em minha casa.
Conheci IZAURA e JOÃO CARLOS quando participei de uma chapa de oposiçaõ a um sindicato dito pelego, o sindi
cato dos metalurgicos de porto alegre, em 1984 me alinhei ploiticamente com o MER, que estava em transição
para CTI, e o nosso trabalho em porto alegre serviu como base para os grupos da corrente independente que
era a forma que nos atuavamos no sindicato, em 1985 não
comcori na eleição sindical, emtre 1985 e 1988 fiz parte da comisão de salario que dava estabilidade para seus membros durante a vigencia do dissidio da categoria, um ano.
em 1988 a CUT ganhou o sindicato e por um erro de avaliação ficamos ao lado do PCB do PC do B e outras forças da categoria, até hoje sou chamado de pelego por ter tomado tal decissão.
A direção da CTI viu o problema e silenciou omisão é um tipo de crime.
senhor peça para lhe mostrarem o livro ” EM BUSCA DE NOVOS CAMINHOS ” no minimo voce terá uma nova vissão
desse grupo politico que como todos os outros grupos politicos tem seus erros e acertos.
O livro foi enviado para santo andré aos cuidados de
José Alves.
Luiz Alberto pires
( vice presidente da zonal 112 do partido dos
Trabalhadores na cidade de porto alegre )
Bom dia, qual o motivo de tirar o que expontaneamente
escrevi.
Aguardo resposta.
espero que vocês não sejam contra a verdade.
Luiz Alberto Pires
( Um ativista social )
Boa noite, de forma indevida escrevi algo sem acessar
o restante da pagina, achava que meus comentarios tinhan sido excluidos, mas me enganei e como tenho uma compre-
emção revulucionaria da vida faço uma auto-critica e me
penitencio pelo erro.
luiz Alberto Pires
( para escrever estas mal traçadas linhas
não precisa de titulo ou cargo )
Boa noite, o que até agora tenho escrito pode bem ser confrontado com a verdade IZAURA FAVERO, IOLANDA MENTA e ZILDO GIASON tem seus emdereços no FACEBOOK, e só acesalos e pedir mais informação sobre o que eu escrevo.
ZILDO, IOLANDA e IZAURA são ex religiosos, que abandonaram os votos religiosos em favor da luta social.
No numero de março do jornal VOZ das COMUNIDADES o trabalho de IOLANDA E IZAURA aparece descrito com honras e louvor.
ZILDO atuava como padre capuchinho em vacaria e foi responsavel por um grande trabalho na região igualmemte é citado nas matérias de avaliação dos quarenta anos do MER da CTI e do MCP, estes são casos depessoas que não
acompanharan a evolução do grupo politico por que descordavam e foram diremosassim não procurados mais
pela direção do grupo politico.
façam este exercicio vão ate o facebook e tenten contato com estas pessoas elas estão vivas para comtar
suas versões dos faos vividos.
É bem provavel que nossasituação da grande porto alegre
não seja relatada em nenhuma edição do jornal do MCP.
Levei vinte anos para refazer o contato com o pessoal do MCP, só consegui um telefone com uma pessoa de nome REMI SCHOERER, vereador do PT na cidade de Linha Nova no
R G SUL, esta era uma das cinco pessoas que estavam na reunião onde me exulsaram da CTI, encontreio na convenção que escolheu TARSO GENRO como candidadto a governador pelo PT-RS em 2009, apartir dai recompus
contato com o já MCP, pedi explicações mas de concreto
nada me foi dito.
Asinei o jornal voz das comunidades e inclusive um artigo que enviei foi publicadfo em umas das edições do jornal; a vida é dinamica varias pessoas que atuaram
na CTI,lideres comunitarios e ativisatassindicais
até hoje perguntan pela corrente dos trabalhadores independentes,veja como é a vida ROSANE LIPPERT mora-
dora de Cachoeirinha, hoje é vereadora do PT mas em
1988, atuava em uma creche e frequentava um aparelho
da CTI que tinhamos em porto alegre esta é uma pessoa
que lembra de Hermino Tesaro e josé Castilho que na
época eram responsaveis pelo trabalho com os operarios
na região, de um alô para o companheiro JOÂO CARLOS,
ROSANE LIPERT vereadora do PT-RS na cidade de Cachoerinha manda saudações esta é uma das muitas
pessoas que nos acompanhavan e por unm gesto incorreto
e estapafurdio que foi orquestrado pelo propio JOÂO
CARLOS, caiu nos braços do PT e hoje se alinha na corrente DEMOCRACIA SOCIALISTA ( DS ), este é só um
exemplo de como a vida poderia ser diferente QUIROGA,
ROGERIO BANDEIRA e Cristiano este no PMDB mandan
lembramças e sempre perguntam pelo companheiro
JOÂO CARLOS e querem saber dos independentes.
LUIZ ALBERTO PIRES
( Vice presidente da zonal 112 do partido dos
Trabalhadores na cidade de Porto alegre )
Bom dia, em 1983 o nucleo de atuadores do MER em porto alegre era composto por joão carlos e izaura favero.
Herminio luiz tessaro foi transferido de vacaria com a familia para porto alegre, eu liuz pires, josé carilho
e um companheiro humanamnete maravilhoso conhecido como joão porrada, começavamos a ser trabalhado pelo metodo
participativo, acompanhavamos tambem uma jornalista com o nome de Cristina Brentamo, em um espaço de seis messes nosso trabalho deu um pulo nese periodo aparece a ideia
de atuarmos em bloco dentro das assembleias e congresos
do sindicato dos metalurgicos, isso começou chamsr a atenção de pessoas que não eram ligadas a nenhin dos grupos politicos existentes na epoca, em 1983 nascia a
CUT ( central unica dos trabalhadores ), o ano de 1984
foi proficuo ainda com a presença do companheiro joão carlos nosso trabalho avançava a passos largos mais e
mais companheiros se aproximavam de nos, já eramos por
volta de vinte pessoas, nos encontro de formação que eram realizados na cidade de caxias do sul nossa bancada
se apresentava com trabalho e identidade própia.
No inicio de 1985 joão carlos foi transferido pela já
CTI para São Paulo; TESSARO, CASTILHO e EU ficamos comandando o trabalho na região da grande porto alegre.
Izaura favero, e cristina Breantamo eram a equipe de apoio.
Como o trabalho crescia a olhos vistos foi alugado um
aparelho maior com muitas salasa e muitos comodos.
No dissidio coletivo de 1986 eu e josé castilho enteamos na comissaõ de salarios do sindicato dos metalurgicos de portp alegre e ganhamos um ano de esta-
bilidade no s empregos que tinhamos na epoca.
participamos com destaque na primeira greve do plano
cruzado de SARNEY e DILSON FUNARO, depois de sete dias de greve nosa principal conquista foi a reduçaõ da
jornada de trabalho para quarenta e quarto horas de trabalho efetivamente trabalhadas por semana.
Em uma atividade de avliação que foi realizada em um domingo duranta um almoço na escola MESQUITA, escola essa de propiedade do sindicato reunimos 120 pessoas entre operarios e seus familiares.
No ano de 1987 só eu continuei na comissão de salarios do sindicato, não teve greve e a vida continuava.
Em 1988 o pessoal da CUT tentou vetar meu nome na comissão de salarios do sindicato, colocando meu nome em disputa contra o hoje eleito deputado federal JOSÉ
STEDILE, ( irmão de JOÂO PEDRO STEDILE do MST ) ganhei no voto e continuei na comissão de salarios do sindicato, naquele ano não teve greve.
Passado o pracesso de dissidio coletivo, iniciou-se o priogesso eleitoral da categoria, o presidente eleito em 1985 JOsÈ GLENIO estava desgatado popis era muinyo fraco, o PCB que era forte na epoca resolveu dar um golpe e se uniu mao PC do B, que em 1985 tinha traido a CUT se aliando a JOSÉ GLENIO, ganhando uma pessoa liberada por tres anos no sindicato ( com salarios e mordomisa ), só tinham uma auternativa formar uma chapa, consultei o membro da direção que nos acompanhava
para saber qual caminho trilhar, recebi a resposta que a decisão deveria ser nossa, na chapa da CUT só teria lugar na rabeira não teria nenhuma função de destaque
resolvemos nos aliar ao PCB e ao P C do B, isto era metade do ano, juho, agosto; Em outubro daquele amo
houve um grande ato em Salvador promovido pela CTI.
Nós do R G SUL fomos a BAHIA com um cmibus de gente
pessoas de IJUI, FELZ, PASSO FUNDO, MARAU, CATUIPE e PORTO ALEGRE.
Houve louros e louvores a nossa ação, a viagem durou uma semana, eu e MAIRA BOTEGA presidente do sindicato dos trabalhadores rurais de CATUIPE comandamos o tour.
Até este momento eu era um grande lider que com suas dificuldades aplicava o metodo participativo da CTI.
Conseguimos com varios sindicatos algo em torno de
5 000 ( cinco mil reais ), cada participanta do tour recebeu de diaria um valor em torno de 50 reais para custear sua alimentaçaõ durante o trajeto de ida e volta.
O onibus um veicuko de classe turismo saiu para CTI algo em torno de 10 000 ( dez mil reais ) pagos pela CTI, o hotel em salvador era duas estrelas e a comida razoavel.
Chega o mes de Novenbro de 1988, e tem inicio a eleiçaõ no sindicato dos metalurgicos d grande porto alegre.
Existem duas chapas a um com PCB, P C do B, CTI e outras lideranças e a dois a chapa pura da CUT.
Na metade de de Novembro de 1988 mais precisamente no dia 15, OLIVI DUTRA e TARSO GENRO ganham com o PT a
prefeitura de porto alegre, a nossa eleião era em Dezembro, lembro que em um fim de semana de sexta-feira a segunda os dois OLIVIO DUTRA, TARSO GENRO mais LUIZ INACIO LULA da SILVA, fizeram campamha em varias das grandes empresas da região GERAL, ZIVI, TAURUS, ALBARUS e um grande ato no domingo com um grande CHURASCO comemorando a vitória na prefeitura e conclamamndo as correntes internas do PT a se somamrem como base de apoio na aleição do sindicato que seria na metade do mes de DEZEMBRO.
A chapa da CUT ganhou por quatrocentos votos de diferença em um unverso de 10 000 ( dez ) mil eleitores,
Na proxima mensagen mando outras informações.
LUIZ ALBERTO PIRES
( Graças a esta eleição até hoje sou chamado de pelego, inclusive por gente que na época fazia parte da CTI e acompanhou a estória )
Boa tarde,o ano de 1989 começou sem surpresas como tinha estabilidade da comissão de salario não tive problemas no emprego que tinha na metalurgica HERFE,
Igualmemte contava com estabilidade da CIPA, o baque foi grande durante a vida a gente acumula algumas desavenças e na hora da derrota muita gente fala o que estava guardado a anos e lhe diz coisas obvias que de
outra forma não virian a tona.
A relação com o pessoal ligado a força sindical foi traumatica gente gavola e debochada, camtadas e convite para ir a motel, para as mulhres da CTI, foi o minimo que os dez companheiros paulista fizeram em sua estada de dez dias no aparelho que a CTI mantinha na cidade de Porto Alegre.
proximo a este aparelho ( casa ) tinhan algumas BOATES e os agueridos companheiros do MEDIROS e do PAULINHO DA FORÇA SINDICAL não saian de lá, foram dez dias de festas e bebedeiras com o dinheiro do sindicato, só de
ligações para SÃO PAULO, foram 400,oo REAIS, que foi uma briga para receber mas no fim ficou tudo certo.
Em março de 1989 já sem muita força de mobilização e sem o apoi o do PCB e do P C do B, não consegui entrar na comissão de salarios, perdia a segunda batalha em tres anos de luta.
Por um motivo de desconrole de recursos apareceu uma divida de 1500.00 reias com o CASEP nome do centro
de estudos que a CTI mantinha em Porto Alegre, minha companheirs de então IZAURA FAVERO com quem vivia maritalmente praticamente me obrigou a repor o dinheirono caixa do CASEP, o dinheiro tinha sido usado para conserto de um CHEVETE que eu tinha que na campanha ficou quase detruido, já estavamos no meio do ano e tive um convita para trabalhar en uma empresa que tinha dois mil funcionarios chamada ZIVI-HERCULES.
Não pensei duas vezes trocaria uma firmeca de 50 funcionarios pala maior empresa metalurgica da região.
Fiz um acordo na metalurgica Herfe onde trabalhava a quatro anos; Mimha estabilidade na CIPA tambem estava acabando era hora de alçar novos voôs.
Sai da metalurgica HERFE no começo de JULHO, uma semana depois estava trabalhando na ZIVI-HERCULES como FERRAMENTEIR~MRATRIZEIRO estava maduro e pronto para o mundo, tinha trabalhado nesta empresa a doze anos atras como aprendiz, o mundo conspirava a meu favor. A mudança de emprego resolvel o problema da divida que eu tinha com o CASEP, paguei a divida sobrou dinheiro para trocar de carro, e como FERRAMENTEIRO-MATRIZEIRO ganhava algo em torno de 10 ( dez ) salarios minimos
algo hoje descontado o imposto de renda próximo a
4 500 ( REAIS ).
Chegou o fim do ano de 1989 mes de dezembro COLLOR ganha a eleição presidencial, a instabilidade politica e economica era grande e a ZIVI-HERCULES tem um reves
no plano internacioanl perde um grande contrato com
A ALEMANHA e realiza uma grande redução em sues quadros funcionais, eu tinha pouco mais de cinco meses de empreas e fui demitido.
Em uma semana recebo minha indenização de cinco meses;
E por ironia do destino arumo outro emprego antes de
terminar 1989, era a segunda indenização em seis meses
e o salario no outro emprego tambem era legal, até dinheiro no OVER-NIGTH deu para aplicar.
VIra o ano de 1989 para 1990 COLLOR no governo com suas loucuras, o neo liberalismo ganhando forma, o muro de BERLIM não existia mais. e eu em uma fabrica de MATRIZEScom 32 anos na plenitude da vida profissioanal.
Projetando e fazendo MATRIZES, o que tinha me preparado a vida toda para fazer, com dinheiro apicado no OVER-NIGTH, com carro do ano, casa e apartamemto propios,
terreno na praia, uma vida de pessoa de classe média e
uma mulher loira e de olhos azuia do lado, eu sendo um
AFRO-DESCENDENTE retinto que nem um carvão.
Isto parece um conto su-realista mas pergunte para o
JOÂO CARLOS LOPES, O GELSOM ALEXANDRINO e a JANDUI
esta pessoa existe e existiu e esta escrevendo estas mal traçadas linhas.
LUIZ ALBERTO PIRES
( FERRAMENTEIRO-MATRIZEIRO formado nos anos de
1974-1975 pelo SENAI VIsconde de MAUA situado
na cidade de PORTO ALEGRE )
Bom dia,tinha passado o ano de 1989, e a atuação no sindicato dos metalurgicos continuava, eu, castlhos,nelson da falgater, quiroga da racine,cristiano da becker, rogerio,toninho,joão torneiro da taurus, idecio da zivi, e outros companheiros continuavas atuando em nome da CTI, em 1989 não houve greve na categoria ainda naquele ano teve um encotro estadual muito ruim, com a saida de pessoas mais experientes como ZILDO e IOLANDA de lageado, Joaõ seibel de caxias, a elaboração teorica se tornava fraca, despontavam na CTI VERA de IJUI, regina de FELIZ pessoas do meio, gente que estava chegando da base ai começou aparecer uma faceta que até então sõ
acontecia com os rebeldes João carlos lopez precisava tirar as pessoas do caminho; tinha acontacido com o
pessoal de faroupilha,caxias,lageado com o pessoal de lageado nen houve uma formalização do desligamento.
estas coisas não ficam entre quatro paredes, quando siau uma pessoa todo seu entorno na maioria das vezes
vai junto um movimento já pequeno se torna va cad vez menor, cristina brentamo já tinha jogado a toalha.
houve um encontro em VIAMÃO que foi a cerimonia do adeus
no onibus que nos trouxe de retorno lembro de uma
pessoas cantando fizemos aquela musica de tonico e tinoco que diz fizemos a urtima viagem o ambiente era de melancolia total, caxias, lageado, farroupilha,bento
gonsalves isto era um passado na vida da corrente dos
trabalhadores independentes,
Luiz Alberto Pires
( com muita dor no peito )
Bom dia, por motivoa tecnicos duas mensagens que enviei, não foarm registradas, estou escrevendo praticamente todos os dias, gostaria de saber qual a reação do pessoal do MCP, isto é se eles pelo menos leem o que é escrito.
por favor respostas, se é que existem . se não existem
por favor diga que não as há.
Luiz ALberto Pires
Bom dia, tenho enviado mensagens e por algum motivo elas não são publicadas, talves problemas de conexão.
O que vou descrever apartir de agora é a cerimonia do adeus.
O ano de 1990 foi traumatico em termos de economia o
neoliberalismo graçava solto, eo desemprego e sua reengenharia faziam mais e mais vitimas.
Em março veio o plano COLLOR, e tudo paralizou no pais.
A atividade sindical era coisa do passado, por volta do mes de março Gilberto Quiroga ma apresentou um plano sem pé nen cabeça que queria apresentar para a direção
da CTI , mas precisava de alguem mais influente para isso.
junto com o plano o mesmo queria doar uma serie de
aparelhos eletronicos para a CTI, uma televisão de 20″,
um video cassete, e um som tres em um.
O manuscrito do que ele QUIROGA pretendia apresentar estava escrito a maõ, e pedi para minha companheira de então IZAURA FAVERO com quem morava junto em Cachoeirinha datilografar o texto, ela o fez prontamente.
Creio que no mes de maio o texto que QUIROGA tinha escrito foi apresentado a Castilho, Tessaro e Cristiano.
Passado mais ou menos um mes lembro que numa quarta-feira, Tessaro me dice que era para levar os aparelhos eletronicos de QUIROGA embora do CASEP, os levei para cas de meu pai na cidade de Porto Alegre.
No sabado seguinte Herminio Tessaro passou o dia inteiro fazendo um trabalho de marcinaria na casa onde eu e IZAURA moravamos em Cachoeirinha, inclusive o levei até a para de onibus em meu carro no final da tarde.
naquele dia fui comunicado que era para eu e IZAURA
comparecermos a uma reunião na tarde de Domingo no CASEP na cidade de Porto alegre, a reunião seria no começo da tarde.
O dia amanheceu com uma chuva torencial, pontualmente as duas horas cheguamos na reunião, nela estavam VERA, TESSARO, CASTILHOS, CARLOS CARLINSKI e REMI SCHOERER.
Iniada a reunião fui comunicado que naõ era mais membro da CTI apartir daquele momento, perguntaram se queria saber por que eu dice que não queria saber o motivo.
Por mais uma meia hora falaram com IZAURA tudo isso na minha frente, acertaram algumas ações, e aos nos despedirmos lembrei que tinha a chave do aparelho e emtreguei para os mesmos; desci as escadas fui até uma sala omde tinha uns arquivos peguei todos os endereços e cadastros que tinhamos montado em seis anos de trabalhos e os rasguei e coloquei na lata do lixo.
N saida eu e IZAURA oferecemos uma carona a TESARO até sua casa, passei na cas de meus pais e peguei os aparelhos eletronicos de QUIROGA e fui até GRAVATAI e entreguei para o dono dos produtos.
Durante o trajeto pedi para que IZAURA não falase comigo pois precisava me concentrar no volante para não bater o veiculo que dirigia.
Chegamos em casa a noite em quatro ou cinco horas eu tinha sentido a sensação de alguen que morre, naquela tarde ouve minha primeira morte fisica, como tinha participado de muitas exclussões na CTI, tinha me preparado emocionalmemte, durante todo o trajeto IZAURa não parou de chorar.
Na manhã seguinte me levantei no horaio habitual e fui desempanhar o oficio costumeiro de fazer matrizes a final a vida teria que continuar.
No final de semana seguinte ROGERIO BANDEIRA e GILBERTO
QUIROGA estiveram na cas em que eu e IZAURA moravamos
questionando o motivo pelo qual eu tinha sido afastado da CTI, dise aos mesmos que não sabia e que a explicação deveria ser dad por VERA, TESSARO, CASTLHOS
e principalmemte por JOÃO CARLOS LOPEZ.
Nunca obtive resposta, a unica informação que tenho e que GILBERTO QUIROGA assumil a autoria do manifesto proscrito perante VERA e JOão CARLOS; Em 1992 o CASEP foi desativado, Cristiano esta no PMDB de GRAVATAI,
Rogerio bamdeira trabalhava na FORJAS TAURUS e diretor do sindicato dos metalurgicos e atua no PT de GRAVATAI
terra da GENERAL MOTORS. Gilberto QUIROGA trabalha na
FORJAS TAURUS em Porto Alegre, Hermino Tessaro morreu
a alguns anos, Remi SCHOROER é vereador do PT na cidade de Linha Nova,Carlos carlinski é presidente do sindicato dos trabalhadores rurais de IJUI e fez campanha para HEITOR SHUCK e ELVINO BOHN-GAS ambos eleitos deputados estaduale federal, e eu LUIZ ALBERTO PIRES sou Vice presidente da zonal 112 do PT de Porto
Alegre, sobre VERA não tenho informação, Izaura Favero esta em lugar não sabidoe incerto.
LUIZ ALBERTO PIRES
( MAIS UM INJUSTIÇADO PELA CTI )
Bom dia, não é tarefa de voces mas Zildo Giassom, Iolanda Menta, Izaura favero, Danilo trevisol estão no
FACEBOOK tem como passar estes textos para os mesmos?
Luiz Alberto Pires
Bom dia, outra pergunta; Escrevi dois textos e os mesmos se perderam, não foram publicados: Tem como
recuperalos?
LUIZ ALBERTO PIRES
Bom dia, na região da gramde Porto Alegre (porto alegre,canoas,viamão.cachoeurunha,gravatai 0, chegamos a ter 50 ( cinquornta ) ativistas todos operarios e operarias, se contarmos com os familiares passava de 200 ( duzentas ) pessoas, com minha saida do grupo ficou uma balburdia não havia mais comando, Cristiano com sua forte personalidade não aceitava a liderança de CASTILHos e TESSARO, como não havia explicação para meu afastamento um por um dos operari@s foi se afastando o
pessoal da FORJAS TAURUS, ZIVI, FALGATER, RACINE e outras empreasas menores não mais seguian a orientação
da CTI, ZILDO quando de seu afastamento ja´tinha cooptado algumas lideranças que trabalhavama na fabrica da OTAN ( VENTILADORES ).
Na metade do ano de 1992 o aparelho CASEP um centro da formação foi desativado, desde 1992 nunca mais a CTI
e depois o MCP teve trabalho politico na região da grande PORTO ALEGRE.
QUSTIONO: Como um movimento pode transformar a socieadade se ao inves de agragar afasta-se do nucleo que pode reproduzir seus ideais ?
50 ( cinquoenta) militantes não se acham no lixo quanto de tempo e dinheiro foi gasto nos 10 ( dez ) anos que o MER depois a CTI teve por aqui ?
CAXIAS, BENTO GONSALVES, FARROUPILHA, LAGEADO, ESTRELA, CRUZEIRO DO SUL, VACARIA por que o trabalho nestas cidades não vingou ?
Senhor esta é uma revista de opinião e debate transmita estes questionamentos para a coordenação do MCP, ha em tempo todos os ex ativistas do MER e da CTI continuan vivos e fazendo trabalho politicoas a maioria na PT,
só CRISTIANO filiou-se no PMDB.
LUIZ ALBERTO PIRES
Bom dia, ontem tentei mandar uma mensagem mas por problema de conexão , não houve contato.
A questão é seguinte, fiz varios textos com minha vivencia junto as comunidades de lutas que voces de forma constrangedora tratam com tamta enfaze, algo até mesianico.
Não obtive nenhum tipo de resposta achava que a direção do grupo iria se manifestar.
Ledo engano, conheço bem esse tipo de gente, apostavam no meu fracasso na luta social quebraram a cara.
o senhor Joaõ Carlos LOPEZ em certo momento dice que a qualquer momento me destruiria, passaram vinte e um anos e estou mais firme e forte no movimento e na luta social.
Senhores editores peçam para a direção das comunidades perdidas para no minimo se manifestarem sobre o que foi escrito, é imposivel que ninguem ache nada disso que escrevi, nem para dizer se isto é um conjunto de asneiras.
Luiz Alberto pires
queria que mim enviasse o hino do mcp
Bom dia. tenho escrito nesta revista sobre a pratica da tatica dois por esse grupo politico, informações com sua direção, eles, a direção, sabe o que é TATICA DOIS.
LUIZ ALBERTO PIRES
Bom dia, este é o movimento dos que não respondem.
Publiquem e divulguem isso.
LUIZ ALBERTO PIRES
Bom dia, o sim e o não, são expressões que pairam no ar.
flutuam até se materializarem em expressões verbais ou
gestos.
elas as expresões SIM e NÃO se materializam, trazem alegrias e provocam igualmente pelo poder que teem
dor e tristeza.
O silêncio é solitario, individual, sofrido, eu tenho todos os motivos para dizer isto, igualmente legitimidade, e estou coberto pelo manto da verdade.
senhores respondam, pois minha verdade esta na rede
e pelo que parece ela, a minha verdade se perpetuara.
LUIZ ALBERTO PIRES
Boa tarde, na manhã de 23 de setembro de 2011, este que vos escreve representou o partido dos trabalhadores em um ato que a comunidade PALESTINA, realizou no LARGO GLÊNIO PERES na cidade de PORTO ALEGRE, esta honraria se deu por minha trajétoria de lutas, e pela afinidade que tenho com os PALESTINOS e os povos daquela região.
Nada mal para quem segundo o senhor JoÃO CARLOS LOPEZ era uma PESSOA DE PERSONALIDADE FRACA, manobrado pela familis que a qualquer momneto poderia ser destruido ou lavajado.
LUIZ ALBERTO PIRES
( O militante não destruido ou lavajado )
Boa tarde, na tarde de ontem dia 24 de janeiro uma multidão de militantes tomou as reus de PORTO ALEGRE, para mais uma marcha inaugural do FORUM MUNDIAL TEMÁTICO, esra é uma frente importante de discusão e colocação de problemas atuais que afligem a humanidade.
Segundo o jornal CORREIO DO POVO eram por volta de trina mil ativistas de todos os matizes politicos inclusive gente de direita, pois uma das pauta do FORUM e o meio ambienta, no jornal VOZ das COMUNIDADES este movimento apregoa que devem se formar frentes de lutas, esta é uma delas, li na página que o jornal VOZ DAS COMUNIDADES mantem nesta revista uma nota sobre a reunião nacional dos comitês da copa de 2014 que aconteceu em VIAMÃO de 21 a 23 de janeiro, isto é um grande avanço, em um próximo evento espero ver o estandarte e as bandeiras do MCP, junto com todos os movimentos, pois o internacionalismo da luta é cada vez mais presenta, o próximo FORUM MUNDIAL SOCIAL será na cidade de SARAIJEVO na BOSNIA, em 2013.
Eu estava com minha bandeira do P T no meio daquela multidão de gente, são por volta de 900 oficinas para discutir, polemizar e aprofundar temas da atualidade, e é um evento preparatório para a RIO mais vinte.
este é um sinal que a luta não pode parar, e este FORUM e uma etapa importante na costruçao de uma nova sociedade.
Saudações.
LUIZ ALBERTO PIRES
( O militante que não abandona a luta )
Bom dia, em três de DEZEMBRO de 2010 escrevi para esta página, a maior atenção que me deram foi cancelar o envio de um jornal que sempre paguei, me negaram o jornal, mas resposta mesmo sobre meus questionamentos não deram, isto que é saber lidar com o povo.
Esta página tá cheia de mentiras, mentiras, mentiras.
Um delas, as MENTIRAS, é que todo mundo pode se quiser receber e ler o JORNAL VOZ DAS COMUNIDADES.
Eu sou uma prova disso, paguei e não recebo os exemplares,
Saudações.
LUIZ ALBERTO PIRES