As marchas pró-ditadura são minúsculas, não são novidade — o que um neoliberal adora é ignorar a História –, mas devem nos relembrar os crimes genocidas do passado. Lembrar-nos sobre o terrorismo de Estado, sob patrocínio da CIA.
Essa é uma das funções mais bonitas da História: nos precaver de repetir a estupidez. Viva a memória! Parabéns conservadores, nos lembrando dos horrores cometidos pelos genocidas militares com apoio de parte da imprensa e de parte da sociedade civil.
Jornalista, 44, com mestrado (2011) e doutorado (2015) em Comunicação e Cultura pela UFRJ. É autor de três livros: o primeiro sobre cidadania, direitos humanos e internet, e os dois demais sobre a história da imigração na imprensa brasileira (todos disponíveis em https://amzn.to/3ce8Y6h). Saiba mais: https://gustavobarreto.me/
