Não que se trate de um encargo enfadonho. Ao contrário, alegra-me e sinto orgulho de levar adiante esta iniciativa nascida no ano de 2000 e ainda em pé. Acredito muito nisso. No prosseguimento de esforços. No trabalho que nos une.
Na convergência de ações em prol do bem comum. No refazimento diário para nos tornarmos mais humanos e humanas. Mais conscientes, mais íntegros e mais íntegras. Fortalecer essa tarefa miúda e diária de refazer a vida.
Propiciar uma esperança ativa. O diálogo que nos humaniza. A confiança que se refaz após cada queda. A certeza de que é possível somar com muita gente por esse mundo afora no sentido do bem. Amor, justiça, paz. Fé no triunfo final.
A coexistência pressupõe o convívio com os/as diferentes. Sem isto não há sociedade nem humanidade. Aprendemos com os que não são iguais a nós, e ninguém é. Por isso a consciência. A paciência.
A escuta ativa. A apertura ao outro e à outra. O acolhimento. O Brasil e o mundo estão em circunstância crítica. Atenção, é preciso muita atenção. Saber o que se diz, o que se faz. Praticar o que vamos aprendendo na longa estrada da vida. Basta uma pessoa, basta uma palavra.

Sociólogo, Terapeuta Comunitário, escritor. Vários dos meus livros estão disponíveis on line gratuitamente: https://consciencia.net/mis-libros-on-line-meus-livros/
