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Debate marca início da construção do livro colaborativo

No dia 28 (terça agora), Pontão da ECO sedia debate que marca o início da construção coletiva de um livro sobre propriedade intelectual e pirataria.

Mais do que um debate sobre guerra pelos direitos de cópia, Copyfight nos leva às trincheiras travadas em torno de um dos mais polêmicos monopólios assegurados pelo Estado: a propriedade privada sobre bens imateriais, hoje em xeque com a comunicação eletrônica em rede. A Internet é um dos palcos desta guerrilha informacional, mas não o único.

A propriedade intelectual atravessa com violência as ruas das metrópoles nos confrontos corriqueiros entre policiais e ambulantes. E também possui desdobramentos críticos, como o caso das patentes de remédios em países subdesenvolvidos.

Em 2010, dezenas de pesquisadores, governantes, profissionais e ativistas ligados de diferentes maneiras à temática da pirataria e da propriedade intelectual reuniram-se no Pontão da ECO/UFRJ para uma série de debates e oficinas, na primeira edição do evento. Agora, com apoio do coletivo i-Motirõ, o Copyfight retorna como uma publicação aberta, que reunirá textos de referência sobre direito autoral, patentes e bens comuns.

O dia 28 de junho marca o início desta construção com um debate e o lançamento do espaço de construção colaborativa deste livro (wiki).

O QUÊ: Debate e chamada de trabalhos para o livro: COPYFIGHT
QUANDO: 28 de junho às 12h
ONDE: Sala Vianninha – Prédio da Escola de Comunicação da UFRJ – Praia Vermelha
DEBATEDORES CONFIRMADOS: Ivana Bentes (ECO-UFRJ); Maria dos Camelôs (MUCA – Movimento Unidos dos Camelôs); Allan Rocha e Pesquisadores do NEDAC (Núcleo de Estudos e Pesquisa em Direito, Artes e Políticas Culturais); Henrique Antoun (ECO-UFRJ e Núcleo Biolutas do PT); Pedro Mendes (Universidade Nômade e Direito do Comum); Frederico Cardoso (Partido da Cultura); Tati Wells (CrieiTiveComo); MC Leonardo (APAFUNK); e mais…

Mais informações: copyfight.pontaodaeco.org

Copyfight: evento carioca debate propriedade intelectual e pirataria

Copyfight: dias 28 e 29 de abril no Pontão da ECO, na UFRJ

O Copyfight é um evento gratuito sobre propriedade intelectual e pirataria, que ocorrerá no Pontão da ECO/UFRJ nos dias 28 e 29 de abril.

Durante a tarde, os Laboratórios de Conhecimentos Livres oferecerão oficinas práticas em Pure Data e arte eletrônica, inteligências automatizadas, rádios livres e VJing. De noite, o Seminário discutirá temas como direito autoral, combate à pirataria, biopatentes e produção em rede na Internet.

Acompanhe ao vivo, confira a programação completa e faça sua inscrição no site: copyfight.pontaodaeco.org

Artistas pobres, estúdios modestos, relações profundas com a pirataria e a informalidade, direto da periferia:

Dica de @deangelis, texto do perfil no YouTube, vídeo na plataforma Vimeo.

Gravado entre os anos de 2006 e 2008, com recursos próprios e sem o auxílio de leis de incentivo e renúncia fiscal, o documentário Brega S/A fala sobre a cena tecnobrega de Belém do Pará. Feito por artistas pobres, gravado em estúdios modestos e com relações profundas com a pirataria e a informalidade, o tecnobrega é a trilha sonora da periferia da cidade, uma espécie de adaptação digital da música romântica dos anos 70 e 80.

No filme vemos qual a relação entre o tecnobrega e a popularização da tecnologia a partir do final da década de 90, bem como a maneira como esse estilo musical se associou à pirataria para criar uma rede de distribuição alternativa ao modelo proposto pelas grandes gravadoras.

Entre os principais personagens estão o MC de tecnobrega Marcos Maderito, o “Garoto Alucinado”, inventor do ‘eletromelody’ e que afirma manter contato com os espíritos de Cazuza e Renato Russo; DJ Maluquinho, uma espécie de Iggy Pop brega da periferia de Belém que jamais lançou um disco por uma gravadora e fatura milhares de reais por mês; e os DJs Dinho, Ellysson e Juninho, ídolos das aparelhagens, enormes sistemas de som que realizam festas itinerantes pelos bairros mais pobres da cidade.

Brega S/A: ficha técnica
Direção, roteiro e edição: Vladimir Cunha e Gustavo Godinho
Direção de fotografia: Gustavo Godinho
Produção executiva: Priscilla Brasil, Vladimir Cunha e Gustavo Godinho
Produção: Teo Mesquita
Assistente de direção: Rafael Guedes
Auxiliar de produção: Carlos Lobo e Bruno Régis
Som direto: Fábio Carvalho
Uma produção Greenvision Filmes

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FALANDO NISSO, o @partidopiratabr realiza seu Encontro Nacional nos dias 13, 14 15 de novembro em Brasília ou em São Paulo, saiba mais em http://is.gd/bp82P

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UMA DAS ESTRELAS desse ritmo, se você quiser conferir, é o DJ Cremoso, “a maionese do brega” 😉

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Chuvas em excesso este ano no Brasil são atípicas, diz Organização Meteorológica Mundial

2010 tem sido um ano atípico em relação ao volume de chuvas no Brasil, principalmente nas regiões sul e sudeste do país. A afirmação é do diretor-geral do Instituto Nacional de Meteorologia do Brasil, Inmet, Antônio Divino Moura, que também ocupa o cargo de 3º vice-presidente da Organização Meteorológica Mundial, a OMM.

Moura afirmou, em entrevista à Rádio ONU: “Nós temos por exemplo várias medições na cidade do Rio de Janeiro, em regiões típicas como Tijuca, Santa Teresa e Copacabana, com mais de 200 milímetros de chuvas em 24 horas. Para se ter uma ideia 200 milímetros significa que, num quadrado de um metro por um metro, choveu de 20 a 200 litros de água. É uma coisa enorme, uma quantidade muito grande”.

Antônio Divino Moura ressaltou que as condições do solo associadas à ocupação irregular e à topografia da cidade, que tem muitos morros, encostas e bueiros com lixo, provocaram a recente tragédia na capital fluminense e em Niterói. O representante da OMM enfatizou que há uma tendência no litoral sul e sudeste do Brasil de aumento de chuvas, devido às alterações climáticas, baseado em dados dos últimos 50 anos. (Original em http://migre.me/wxde)

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UNESCO
. Fundo Internacional para a diversidade cultural recebe propostas até 30 de junho de 2010. Saiba mais em http://migre.me/wxcB

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SEM ÉTICA E SEM CARÁTER. A estupidez e falta de senso ético do @jornal_nacional atacando o MST não tem limites! Vergonhoso o tipo de jornalismo que se faz por ali.

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UÉ, O QUE É QUE TEM?

Um telejornal que não falo mais o nome reclamou que Hugo Chávez participou de juramento público de cidadãos pela Pátria. Eles cederiam, acusam os “jornalistas”, até mesmo suas próprias vidas.

Que é um pouco, não sei se eles lembraram, o que diz nosso hino:

“[…] Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.”

É bonito isso, mas nesse telejornalão ninguém gosta do país não. Eles são mais Paris, Nova Iorque, sabe como é.

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BRASIL TELECOM PROVOCA INFARTO EM USUÁRIO. “A Justiça do Rio Grande do Sul decidiu que a Brasil Telecom, empresa de telefonia, terá que indenizar a família de um homem que teve um enfarto e morreu após enfrentar uma longa espera para ser atendido pelo call center da operadora (…) A família contou que foram três meses tentando cancelar o serviço de banda larga, o BR Turbo. Na noite em que o marido de Elaine Bulling teve o enfarte a espera havia sido de 45 minutos” @ Leia em http://migre.me/wvjR

TV de Cuba pirateia Avatar

Blog de Daniel Castro, no portal R7

Filme ainda em cartaz nos cinemas e que só deverá chegar à TV aberta brasileira em 2012 ou 2013, Avatar já passou na televisão cubana pelo menos duas vezes. Foi exibido na última madrugada pela Cubavisión, a TV estatal Cubana. Não só para Cuba, mas para todos os telespectadores das Américas, Europa e Ásia que captam a emissora via antenas parabólicas.

A transmissão do filme pela TV cubana pode ser confirmada no site Juventud Rebelde, que publica a grade da Cubavisión.

Um leitor do blog viu Avatar pela Cubavisión, no conforto de suas poltronas no Brasil, há duas semanas. “Garanto que a imagem é excelente, com dublagem em espanhol”, escreveu.

Segundo a Fox, distribuidora de Avatar, a transmissão foi ilegal, pirata. A Fox, assim como as grandes companhias cinematográficas americanas, não vendem os direitos de seus produtos para Cuba, por causa do embargo comercial imposto pelos Estados Unidos. Uma consulta à grade da Cubavisión mostra que a Fox não é a única vítima. As séries Eli Stone e Desperate Housewives estão lá.

Cineasta produz documentário baseado no processo Pirate Bay

Um cineasta sueco está produzindo documentário sobre o “movimento de pirataria” na Suécia, centrado, sobretudo, no julgamento dos donos do The Pirate Bay, que terminou no início deste mês e tem veredicto definitivo marcado para o próximo dia 17 de abril.

De acordo com o site da revista Wired, Simon Klose, de 34 anos, espera que o seu filme seja pirateado no futuro. “O processo envolve a mim também e o meu esforço para sobreviver como realizador”, declarou, defendendo que “a indústria tem que procurar novos modelos de negócio”.

Klose acredita que o seu documentário sobre o Pirate Bay poderá ser uma força de incentivar a indústria de filmes a experimentar um momento emergente para novos negócios de distribuição e marketing, assim como novas estratégias para aumentar a audiência, à semelhança do que está acontecendo na indústria da música.

Matéria no PSL-Brasil, clique no título para ler na íntegra.