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Opinião

Espetáculo OriRe traz para o palco o diálogo entre as matrizes africanas e o teatro grego

A saga de um homem que busca conhecer um mundo aparentemente inacessível e vive experiências nunca antes imagináveis, como dialogar com a morte. Para narrar esta epopéia, uma proposta cênica que reúne a corporeidade dos Orixás e do samba de roda do Recôncavo Baiano, além da potencialidade dramatúrgica encontrada nos itans (contos) africanos em correlação com a tragédia grega clássica.

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