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Lula: que este Natal seja o da reconciliação das famílias e do Brasil consigo mesmo

Em mensagem postada no twitter na manhã deste dia 24, o presidente Lula desejou um Feliz Natal “a cada um e a cada uma dos 215 milhões de brasileiros e brasileiras”. Na postagem, Lula disse saber que, “infelizmente, muitas famílias não terão o que comemorar, porque estão sofrendo com a fome, o desemprego, a inflação e o endividamento”.

Diante das dificuldades vivida pelo povo, Lula reafirmou a mensagem de esperança desejando que este Natal “marque o início da reconstrução do Brasil. E que possamos reconstruir, dentro de cada um de nós, o espírito de união, fraternidade, paz, amor e esperança”.

“Desejo que o Natal seja o da reconciliação das famílias, e da reconciliação do Brasil consigo mesmo. Vou trabalhar mais do que trabalhei nos governos anteriores para que o Natal de todos, em especial dos que mais precisam, seja melhor no próximo ano”, disse.

 

Fonte: PT

(24/12/2022)

Natal: em noite escura, seguir por outro caminho.

Imersos em uma noite muito escura do capitalismo e dos golpistas – Brasil sob seu 7º golpe, consumado dia 31 de agosto de 2016, golpe parlamentar, jurídico e midiático -, eis, nós, novamente, em tempo de Natal e de virada de ano. Necessário se faz resgatar o sentido bíblico do Natal.

Na Bíblia, no Evangelho de Mateus, em Mt 2,1-12, está a narrativa da visita de magos a Jesus, logo após seu nascimento, passagem exclusiva das comunidades de Mateus. Para Mateus foram os magos – sacerdotes de culto da natureza – os que, por primeiro, reconheceram a encarnação do divino no humano. O Evangelho de Lucas, em vez de falar de magos, fala de pastores (Lc 2,1-20) como os primeiros que reconheceram e acolheram Jesus de Nazaré, logo após seu nascimento. Óbvio que os Evangelhos de Mateus e Lucas não são crônicas jornalísticas escritas sob o calor dos fatos. Escritos na década de 80 do século I da era cristã, os Evangelhos de Mateus e Lucas são Teologia da História a partir dos oprimidos e injustiçados e da sua fé na ressurreição de Jesus Cristo,

Quem são esses magos? O texto só diz que eles vêm do Oriente, de onde o dia nasce e a vida recomeça. Os magos são pessoas sábias, porque viram a estrela que indicava o nascimento do “rei dos judeus”. Os magos têm intenções contrárias às de Herodes, rei opressor e sanguinário, que “ficou alarmado e junto com ele toda a cidade de Jerusalém” (Mt 2,3). Mesmo consultando as Escrituras, Herodes, os sumos sacerdotes e os escribas não se dispõem a reconhecer o divino no humano que acaba de nascer. Acontece, então, uma oposição muito significativa: aqueles que detêm o poder político e econômico, o conhecimento acadêmico e o poder da religião oficial ignoram Jesus, enquanto pessoas de outras culturas e práticas, que inclusive seriam condenadas pela lei judaica, como a consulta aos astros, reconhecem o nascimento e vêm ao encontro daquele que iria testemunhar um caminho de libertação para todos e tudo: “vida e liberdade para todos e tudo” (Jo 10,10).

Os magos identificam a estrela que indica Deus se humanizando em/a partir de Jesus. É interessante que depois que os magos saem de Jerusalém, a estrela reaparece e os conduz até o lugar onde estava o menino. Curioso é que a estrela desaparece quando os magos chegam a Jerusalém, a capital, o centro político, econômico e religioso! Mas não adianta buscar esta estrela no céu. O texto faz uma ligação entre as atividades dos magos e a estrela que, segundo a tradição judaica, deveria indicar o surgimento do Messias. Assim, se lia naquela época o texto de Números 24,17: “um astro se levantará de Jacó e um homem surgirá de Israel”. E ainda o texto de Isaías 9,1: “O povo que andava nas trevas viu uma grande luz, uma luz raiou para os que habitavam uma terra sombria.” Depois de reconhecerem o divino naquele menino nascendo sem-terra e sem-teto e de lhe oferecerem presentes, os magos retornam “por outro caminho” a sua terra (Mt 2,12). Diz o texto que eles foram avisados “em sonho” para que não voltassem a falar com Herodes. A missão de Jesus é testemunhar um caminho de libertação para todos, inclusive os pagãos, representados pelos magos.

O evangelho de Mt 2,1-12 se constitui de duas partes: Mt 2,1-5 e Mt 2,7-12. O versículo 6 é o elo de ligação: “É de ti Belém, a menor entre todas as cidades, que virá o Salvador”. Em Mt 2,1-12 temos várias oposições/contradições: Herodes contra Jesus, Jerusalém contra Belém. Para os magos, estrangeiros do Oriente, Jesus é “rei dos judeus” (Mt 2,2). Os magos reconhecem o poder popular nascido na periferia de Belém. Etimologicamente Betlehem, em hebraico, significa Casa do Pão. Jesus se tornou o Pão da vida (Cf. João 6,22-59). Belém é a cidade do pastor Davi, o menor entre os irmãos, aquele que organizou os injustiçados da sociedade para lutar por um governo justo. O verdadeiro “rei dos judeus” não é violento e sanguinário como Herodes, é um recém-nascido, nascido sem-terra e sem-casa e tendo que se exilar às pressas para não ser assassinado pelo poder repressor de plantão. Segundo o Evangelho de João, o nascido na “Casa do Pão” se tornou Pão da Vida para todos. Os magos intuem com sabedoria que o poder alternativo, democrático, participativo e popular vem da periferia, dos injustiçados, dos pequenos. A estrela que guia os magos representa as intuições mais puras e os anseios mais profundos da humanidade sedenta de justiça, paz e fraternidade.

Os magos veem o “menino com Maria, sua mãe” (Mt 2,11). O gesto de reconhecimento é acompanhado da oferta do que há de melhor em seus países: ouro, incenso e mirra. Para as pessoas cristãs da época da Patrística – primeiros séculos da era cristã -, os presentes oferecidos simbolizam a realeza (ouro), a divindade (incenso) e a paixão de Jesus (mirra). Primeira atitude dos magos foi doar-se a serviço daquele que testemunharia um caminho libertador (= prostram-se) e, em seguida, põem à disposição de Jesus o melhor do que eles possuem, seus dons (Mt 2,11).

Mais importante do que discutir se os magos eram astrólogos ou se eram astrônomos, é perceber que eram estrangeiros – “os de fora”, de outras práticas -, sábios, perspicazes e muito sensíveis para captar a divindade de Deus se revelando na humanidade frágil de um menino nascendo sem-terra, sem-teto e ameaçado de ser assassinado logo nos primeiros dias do seu nascimento. Herodes, rei sanguinário e opressor, tremendo de medo de perder o seu poder, tentou cooptar os magos secretamente, tentou obter informações que ajudassem a liquidar a vida frágil. Herodes mentiu, fez propaganda enganosa, para tentar descobrir onde estavam as forças de subversão ao seu poder tirânico. Por fim, impôs uma medida provisória, uma espécie de Ato Institucional, mandando matar a crianças com menos de dois anos do país, enquanto, decretado pelo imperador Augusto, se realizava um novo recenseamento (Lc 2,1-2) para explorar mais ainda o povo já esfolado com pesada carga tributária. Mas as forças de vida – o divino no humano – foram mais espertas, fazendo os magos voltarem “por outro caminho” e assim driblarem a armadilha de Herodes. Os magos voltam por outro caminho, com sabedoria. Atualizando uma profecia, isto é, fazendo midrash, Mt 2,12 recorda o profeta anônimo de 1Rs 13,9-10: “Porque assim me ordenou o Senhor pela sua palavra, dizendo: Não comerás pão, nem beberás água e não voltarás pelo caminho por onde foste. E foi-se por outro caminho e não voltou pelo caminho por onde viera a Betel”.

Os magos romperam de uma vez por todas com Herodes, rei opressor, e com Jerusalém, cidade tratada como se fosse uma empresa. O sonho dos magos é a inspiração de que do poder opressor só nascem espinhos para a sociedade. Os magos souberam mudar suas perspectivas e sonhar um mundo novo que só pode nascer a partir do poder popular dos injustiçados que, ao se unir e se organizar, lutam pelos seus direitos. Experimentaram que um mundo justo é necessário e possível de ser construído, não a partir de democracia formal burguesa, de eleições, mas acima de tudo, a partir das classes trabalhadora e camponesa que, injustiçadas, podem e devem se rebelar em comunhão na luta por direitos fundamentais.

A festa da Epifania, dia 06 de janeiro, dia dos Santos Reis, nos ensina a olharmos o mundo atentamente, com benevolência, a sentir com o coração aberto e, com mãos solidárias, percebermos que Deus está fazendo brilhar sua beleza no meio dos pobres e dos superexplorados. Aliás, o que acontece não é propriamente uma Epifania (em grego, epifania significa manifestação de Deus sobre), mas uma Diafania (em grego, diafania significa o brilho de Deus que perpassa e permeia tudo, de dentro pra fora e de baixo pra cima).

Em uma perspectiva feminista, devemos perguntar: Já imaginou se os Magos fossem mulheres magas? O que teria acontecido? Elas não teriam pedido informações a Herodes, mas às crianças, prediletas de Jesus. Teriam chegado a tempo. Ajudariam no parto, cuidariam do menino, limpariam o estábulo, fariam o jantar. Além disso, teriam trazido presentes práticos e o mundo viveria em paz.

Mas ainda está em tempo de construirmos um mundo de justiça e paz para todos e tudo. Que nesse Natal de 2017 e na virada do ano, possamos revigorar em nós o desejo e o compromisso de viver e conviver de um jeito parecido com os magos do Oriente ou como os pastores de Belém (Lc 2,1-20). Que não sejamos cúmplices dos Herodes de plantão! Que sejamos corajosos/as e sigamos por outro caminho, transformador, libertador, em direção às causas dos pobres e oprimidos! Que tenhamos o discernimento necessário para romper com as estruturas do sistema político-sócio-econômico vigente – capitalismo superexplorador -, que manipula e engana o povo, alardeando uma pseudo democracia e fortalecendo as injustiças e a desigualdade social.  Sejamos como os magos e os pastores, despertadores de rebeliões coletivas, populares e massivas, contra todas as opressões que os ultracapitalistas insistem em empurrar goela abaixo do povo oprimido. Sigamos o caminho oposto ao dos “Herodes” de hoje, para que entre nós se construa com o protagonismo da classe trabalhadora e camponesa o “Reino de Deus e a sua justiça” (Mt 6,33).

Belo Horizonte, MG, Brasil, 26 de dezembro de 2017.

Vídeos para ilustrar o texto, acima:

1)      https://www.youtube.com/watch?v=1jYpP9pPN60

2)      https://www.youtube.com/watch?v=gYONPUzVCPY

3)      https://www.youtube.com/watch?v=EsOug3Bk4Ss

O autor é Padre da Ordem dos carmelitas; doutor em Educação pela FAE/UFMG; licenciado e bacharel em Filosofia pela UFPR; bacharel em Teologia pelo ITESP/SP; mestre em Exegese Bíblica pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma, Itália;; assessor da CPT, CEBI, SAB e Ocupações Urbanas; prof. de “Movimentos Sociais Populares e Direitos Humanos” no IDH, em Belo Horizonte, MG. 

E-mail: gilvanderlm@gmail.com – www.freigilvander.blogspot.com.br      –       www.gilvander.org.br

Carta de Natal

 

papai noel lendo a carta – wallpapers

Caro Papai Noel:

É com muita esperança que decidi escrever esta carta. Faz muito tempo que uma legião de pessoas querem me convencer que você não existe, mas eu decidi confiar no meu coração e, por isso decidi escrever-te. Se você realmente não existir, o que pode acontecer, é que o que foi pedido aqui não seja realizado. Acredito muito na realização dos meus pedidos. Sei que muitos deles parecem difíceis de conseguir mas, Papai Noel não esquece de ninguém. Se não for você,  já não saberei com quem será. Hoje, o desejo de ajudar o próximo anda em escassez. Existe uma grande troca de favores. Há uma substituição do “‘fazer o bem sem olhar a quem” pelo “salvem-se quem puder”. E isso anda desarticulando a estrutura de nossa sociedade. Por isso, gostaria que o Senhor viesse a nosso Brasil.  Tenho alguns pedidos para nosso país. Me parece difícil sua vinda devido a distância e o clima, mas, acreditamos que as suas boas ações surtirá efeito positivo para nossa gente . Um alerta. Aqui começou o verão. Venha com roupas leves para não morrer de calor.

Antes de nos focarmos em nossas crianças porque, bem sabemos que é necessário “olhar as crianças de nosso Brasil” e, a atenção infantil, é um dos indicadores que valoriza o desenvolvimento de um país, precisamos olhar aos que fazem as leis paras as crianças.  Uma das coisas que eu gostaria, é que o Senhor trouxesse um pacote de honestidade e benevolência para a vida  de nossos políticos. Que este presente os fizesse despertar na manhã de natal com a compreensão de que a ganância jamais vencerá a doação, que a cobiça não reina sobre a generosidade e que a missão que eles realizam,é a de representar o próximo e não a si mesmo.   

Papai Noel, gostaria de pedir uma intervenção na vida cibernética das pessoas. A modernidade afastou fisicamente os homens. O senhor deve se lembrar do tempo em que todos se sentavam ao redor da mesa, compartilhavam  a ceia e faziam recordações. Hoje ainda acontecem as reuniões de família. Poucas, muito poucas. Quando acontecem, é cada um conectado ao seu celular smartfone e a conversa ocorre de forma on line. Existe uma mudez na mesa pois, há uma concentração na tela do aparelho. Em responder as mensagens e ver o que foi postado. As pessoas têm pressa Papai Noel. De terminar rapidamente a ceia e saírem para não se sabe onde. A vida se tornou agitada e agressiva. A mesma internet que trouxe possibilidades de aproximar as pessoas que de muito longe tem a oportunidade de se conhecer, tornarem-se amigos, iniciarem uma relação sentimental, os afasta com o poder opinativo de um sobre o outro. As redes sociais os formou julgadores. Alguns com propriedade e instrução. Outros nem tanto, ou quase nada. Ninguém está isentos diretores, presidentes, religiosos ou seres comuns. A quem couber um “comentário”, este será vítima ou réu e não existe medida para a avaliação. Com  a democracia da web não existem medidas para a imaginação arbitrária. O que poderíamos fazer para a modernidade crescer sem se diminuir?

Papai Noel, gostaria que o senhor visitasse os menos favorecidos. Tenho a certeza que na noite de natal, muitos não terão o que comer. Vítimas de uma sociedade desigual que não os permitiu ascender. Muitos por falta de opção , se tornaram escritores de seus próprios destinos e não degustam capítulos vitais frutíferos. Quantos Josés e Marias que não  tem um lar, quer dizer, nem ao menos vestes. Quantos Jesus também chamados, “crianças de nosso Brasil” que nascem em manjedouras e não experimentarão camas jamais em sua existência. Saboreiam as lepras adquiridas ao longo do trajeto vital e não são permitidos trafegar pelas zonas glamourosas das cidades por uma tal impureza que nem eles sabem que existe . Papai Noel, há tanta gente com muito e outros com nada. O  que me deixa feliz é que o senhor não esquece de ninguém. Seja rico ou pobre, o senhor virá. Aos nossos pequenos, não espere chaminé. Eles vão deixar as portas semi abertas e,  ficarão felizes com a sua vinda.

Insisto. Eu sei que o senhor existe e estarei esperando a sua chegada.O senhor virá. Sempre vem. Por favor. Não esqueça dos meus e, me ajude a fazer por eles o que eu não consigo. Um último pedido. Se o senhor nas suas andanças encontrar o grande Aniversariante do dia e sua família não exite em pedir-lhe ajuda. Ele sempre está disposto a ajudar e fazer coisas maiores que as que nós fazemos.  Eu acredito que com ele, estes pedidos ficarão mais fáceis de serem realizados.

Nota: não pedi nada em específico para mim pois a conquista destes pedidos sempre será o meu maior presente de natal.

Ass: Seu pequeno e eterno admirador.

Dicas de sobrevivência para um Natal vegetariano

Do Sítio Veg

Não entre em pânico: um Natal vegetariano não precisa ser uma dor de cabeça. Nossas dicas vão ajudar seu Natal a passar como uma brisa.

O Natal é uma ótima hora para aproveitar nozes e castanhas. Procure receitas vegetarianas como torta Bourguignone de castanhas, risoto de pinhão e saladas de nozes, todas ótimas para o período de festas, assim como, é claro, o clássico vegetariano – o assado de nozes. Nozes, amêndoas e castanhas são muito nutritivas e fornecem cálcio, zinco e ácidos graxos essenciais.

Faça coisas malucas com os legumes, eles não vão se incomodar. Experimente as verduras da estação. Nabo, rabanete, brotos, aipos, repolho – fatie-os, asse-os, ferva-os, frite-os, passe-os no vapor, asse-os. Mostre-lhes quem é que manda.

O Natal é a época de encher sua dispensa com os sucos da parreira. Pode escolher o seu veneno: tinto, branco, borbulhante, o período das festas é a ocasião perfeita para abusar. Vinhos vegetarianos não contêm gelatina nem “isinglass” (nadadeira de um peixe tropical), muito usados para clarificar o produto. Procure [nos States, é claro] pelo selo da Sociedade Vegetariana, que garante que um produto é 100% vegetariano, ou pergunte em seu supermercado ou fornecedor se eles têm uma lista de vinhos vegetarianos.

Você não precisa de bacon para curar sua ressaca, a melhor cura vegetariana para a ressaca é uma vitamina de banana feita com leite de soja, melado e amêndoas moídas e, naturalmente, bananas. Jogue tudo no liquidificador e bata. Sem banha. Você ainda pode comer tortas de carne picadinha [pra quem não sabe, é doce… arghhh], basta procurar pela variedade com banha vegetariana. A banha tradicional é feita de gordura animal, mas ainda bem que cada vez mais companhias estão trocando para a banha vegetal. Verifique os rótulos antes de comprar.

É triste que muita gente ainda não entenda que a dieta vegetariana não só lhe fornece todos os nutrientes essenciais que existem na carne como também é muito mais saudável. Você pode tentar explicar a seus parentes preocupados que o vegetarianismo não é um distúrbio alimentar, mas a melhor coisa que pode fazer para afirmar-se é brilhar de tanta saúde – e isso significa montes de deliciosa comida vegetariana!

Onde quer que você vá sempre existe algum palhaço que acha que vegetarianos são hippies de chinelos que vivem de pedacinhos de repolho velho. Se algum desses personagens bizarros encurralar você e começar a fazer barulhos de peru ou perguntas sem sentido sobre cenouras que sentem dor, basta rir deles, são causa perdida!

Não permita que amigos ou familiares assem seus legumes junto do peru de Natal. É essencial preparar pratos vegetarianos separados da carne. O mesmo serve para o recheio vegetariano: cozinhe separadamente e não permita sequer que chegue perto da anatomia de um peru.

Não chore sobre o molho derramado: molho vegetariano é ótimo. Se você mora numa casa com carnívoros, ofereça-se para preparar o molho e ninguém vai ficar desapontado. É fácil encontrar [nos EUA, nos EUA!] molho vegetariano em flocos, ou arranje um bom livro de receitas vegetariano.

Deixe para o Papai Noel uma torta vegetariana na véspera de Natal, quem sabe ele também não come carne?

Feliz Natal.