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Profunda rejeição do terrorismo e da vingança / Profundo Rechazo al terrorismo y a la Venganza

Leia abaixo, em português e espanhol, o posicionamento dos Humanistas sobre a morte de Bin Laden.

Profunda rejeição do terrorismo e da vingança

Os humanistas rejeitam o terrorismo internacional, seja este de origem política, religiosa ou qualquer outra e repudiam os crimes que se cometem em qualquer parte do mundo. Esta é uma linha de conduta e uma postura mantida ao longo do tempo, impossível de abandonar sem colocar em crise a nossa identidade e a nossa doutrina de Humanismo e Não-Violência.

A morte de Osama Bin Laden – como a de qualquer outra pessoa – não vai alterar o perigo que os grupos fanáticos significam para a paz mundial e para a integração de todas as culturas como um meio efectivo de superar as suas aparentes causas.

Não estamos de acordo que Osama tenha sido assassinado em vez de feito prisioneiro para ser posteriormente julgado, num processo justo por um tribunal internacional, uma vez que cometeu delitos em diversas partes do mundo. Já para não falar da possibilidade, se ainda estivesse vivo, de se realizarem avanços na luta contra o terrorismo internacional. De facto, nada nos impede de pensar que talvez a sua morte tenha sido a melhor solução para ocultar outros poderes envolvidos que, desta maneira, continuarão a gozar de tranquilidade para cometer mais crimes de lesa-humanidade.

Reiteramos: a justiça não pode ser confundida com o axioma “olho por olho, dente por dente”. Se realmente Osama Bin Laden foi assassinado, este caso talvez seja útil a Obama para ser reeleito presidente e todos os partidários das soluções militares poderão lavar a consciência, mas sem dúvida não será útil para conseguir uma maior justiça neste mundo.

Os militares dos EUA não podem falar de justiça quando parece que estamos perante um assassinato premeditado com o único objectivo da vingança. E caso estejamos na presença de um acidente durante um tiroteio, também não se trata de justiça. Em qualquer caso, trata-se de vingança.

Não está certamente em questão o carácter altamente violento dos actos criminosos cometidos por Osama Bin Laden. Mas por esta mesma razão a sua morte não debe ser confundida com justiça.

O mundo árabe está a fazer um esforço para continuar o impulso dos seus jovens e transformar uma sociedade de exclusão numa sociedade inclusiva, transformar uma situação de encerramento em abertura. Está a fazer um esforço pela construção pacífica de uma sociedade que esteja em sintonia com o mundo, a partir de uma inquietação social que clama por justiça.

Os humanistas têm sido vítimas do terrorismo internacional, mas não se alegram com a morte de nenhuma pessoa. É mais importante criar condições para que estes factos infelizes não se voltem a repetir. Mas esta desdita comum dá-nos força moral para nos dirigirmos a todos os povos que foram afectados pela violência insana e dizer-lhes para fazermos um novo esforço.

A justiça nas relações e o contacto convergente das culturas é o único caminho que os humanistas aconselham percorrer e com o qual nos comprometemos de forma militante.

Equipe Coordenadora Internacional, 02/05/2011
www.partidohumanistainternacional.org

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Profundo Rechazo al terrorismo y a la Venganza

Los humanistas del mundo rechazamos al terrorismo internacional ya sea de origen político, religioso o cualquier otro, y repudiamos los crímenes que se comenten en cualquier parte del mundo. Esta es una línea de conducta y una postura mantenida en el tiempo e imposible de abandonar sin poner en crisis nuestra identidad y nuestra doctrina de Humanismo y No Violencia.

La muerte de Osama Bin Laden –como cualquier otra vida individual- no va a cambiar el peligro para la paz en el mundo que significan grupos de fanáticos, pero recuerda la vigencia internacional del tema y la necesidad de lograr la paz mundial y la integración de todas las culturas como un medio efectivo de superar sus causas aparentes.

No compartimos que Osama haya sido muerto en lugar de ser tomado prisionero para su posterior juzgamiento en un juicio justo por un tribunal internacional ya que cometió delitos en diversas partes del mundo. Por no hablar de la posibilidad, si hubiera quedado con vida, para hacer algunos avances en la lucha contra el terrorismo internacional. De hecho, nada nos impide pensar que tal vez su muerte podría ser la mejor solución para ocultar otros poderes involucrados que, de esta manera, seguirán tranquilos para cometer más crímenes de lesa humanidad.

Reiteramos: La justicia no puede ser confundida con el axioma “ojo por ojo, diente por diente”. Si realmente Osama Bin Laden fue asesinado, este caso tal vez sea útil a Obama para ser elegido presidente y todos los partidarios de las soluciones militares podrán rehabilitar la conciencia, pero sin duda no será útil para disponer de una mayor justicia en este mundo.

Los militares de EE.UU. no pueden hablar de justicia cuando parece que estamos frente a un asesinato premeditado con el único objeto de la venganza. Y si fuera que estamos en el caso de un accidente durante un tiroteo, tampoco se trata de justicia. En cualquier caso, es la venganza.

Sin duda, no está en cuestión el carácter altamente violento de los actos delictivos cometidos por Osama Bin Laden. Pero por esta misma razón su muerte no debe confundirse con la justicia.

El mundo árabe está haciendo un esfuerzo para seguir el impulso de sus jóvenes y cambiar una sociedad excluyente por otra inclusiva, una situación de encerramiento en apertura, una relación social de inequidad por justicia social y la construcción en paz de una sociedad que sintonice con el mundo.

Los humanistas hemos sido víctimas del terrorismo internacional pero no nos alegramos por la muerte de ninguna persona. Importa más crear condiciones para que estos hechos desgraciados no vuelvan a repetirse. Pero esa desdicha común nos da fuerza moral para dirigirnos a todos los pueblos que han sido tocados por la violencia insana y decirles que hagamos un nuevo esfuerzo.

La justicia en las relaciones y el contacto convergente de las culturas es el único camino que los humanistas aconsejamos transitar y en el que anotamos nuestro compromiso militante.

Equipo Coordinador Internacional, 02/05/2011
www.partidohumanistainternacional.org

Partido Humanista se posiciona sobre aumento das tarifas e repressão policial em São Paulo; Novo ato ocorre nesta quinta 24

O Partido Humanista brasileiro emitiu uma nota repudiando a violência da Polícia Militar de São Paulo na ultima manifestação contra o aumento das tarifas na cidade, conforme registrou o ConsciênciaNet, e se solidarizou com os manifestantes que estiveram no ato.

“Qualquer iniciativa de mobilização em função da reevindicação de diretos básicos da população é tratada como caso de policia na gestão DEM/PSDB e não há nenhuma intenção de se iniciar um processo de diálogo com as organizações”, afirmaram os humanistas em um dos trechos do comunicado.

Na próxima quinta-feira (24 de fevereiro), haverá mais um ato contra o aumento das tarifas – o sétimo -, com concentração em frente ao Teatro Municipal (próximo ao metrô Anhangabaú e Terminal Bandeira). Fotos das manifestações podem ser vistas em www.midiaindependente.org.

Leia o comunicado na Íntegra.

O Partido Humanista do Brasil – PH – repudia a violência exercida por parte da PM de SP contra todas as pessoas presentes na ultima manifestação contra o aumento das tarifas em São Paulo.

Por outra parte damos nosso total apoio ao Comitê e às pessoas que têm se encarregado da organização dos atos em SP com um caráter claramente não-violento.

A Prefeitura de SP na gestão Kassab mais uma vez dá mostras de total descaso com os interesses da maior parte da população, privilegiando os acordos com os grande marajás do transporte de SP. O direito de ir e vir é visto como um negócio muito rentável e dentro dessa lógica o prefeito faz da passagem de ônibus de SP uma das mais caras do pais.

Lembramos também que não é a primeira vez que a PM de SP reprime de forma desmedida manifestações de Movimentos Sociais. Mostras dessa metodologia de ação da Prefeitura e do Governo do Estado já foram dadas em outros momentos. Qualquer iniciativa de mobilização em função da reevindicação de diretos básicos da população é tratada como caso de policia na gestão DEM/PSDB e não há nenhuma intenção de se iniciar um processo de diálogo com as organizações.

Para nós é clara a intenção por parte da administração DEM/PSDB de criminalizar os movimentos sociais e marginalizar suas reenvidicações.

Nos parece fundamental a denúncia e a não colaboração com a violência exercida por parte do estado e que a resposta a ser dada deve ser a pressão através da crescente organização das pessoas comuns que vai ser cada vez maior à medida que os abusos aumentem.

Os Humanistas se colocam à disposição para ajudar no que for necessário ao manifestante Vinicius Figueira que foi brutalmente espancado pela despreparada PM de SP.

Nos solidarizamos com todos os que estavam presentes nas manifestações e convocamos a todos a não se calarem diante dos abusos cometidos por parte da administração DEM/PSDB, muito pelo contrário, seguindo intensificando as ações.

A Não violência é a Força que transformará o mundo!
Partido Humanista do Brasil
www.ph.org.br

Repudio humanista al criminal ataque israelí

El Partido Humanista Internacional manifiesta su enérgico repudio al criminal ataque perpetrado por fuerzas especiales israelíes contra la “Flota de la Libertad” que llevaba ayuda humanitaria hacia la Franja de Gaza, provocando la muerte a cerca de 20 personas y más de 30 heridos entre los civiles que tripulaban los barcos.

Pressenza, Buenos Aires, 2010-05-31

Instamos a que la comunidad internacional toda, y las Naciones Unidas en su representación, se manifiesten con determinación al respecto. No son para nada suficientes los “pedidos de investigación de cómo fueron los hechos”, o la “preocupación por el uso desmedido de la fuerza”, con el que varios gobiernos de Europa y Estados Unidos pretendieron dar una respuesta diplomática a semejante hecho. Porque más allá de cómo se haya producido el desenlace final del ataque a mansalva sobre civiles, nada puede justificarlo, como tampoco se puede justificar el bloqueo y la ocupación que están en la raíz de este hecho criminal. Y tampoco se puede hablar de uso desmedido de la fuerza, dando a entender que podría existir un uso medido o razonable de la fuerza, en el marco de esta situación.

Israel viene incumpliendo sistemáticamente las diversas resoluciones de las Naciones Unidas, y en particular la resolución 1860 que la obliga a terminar con el inhumano bloqueo a la Franja de Gaza y permitir el libre ingreso de ayuda humanitaria. Así que no se puede pretender explicar este crimen como un error, o como un exceso en el cumplimiento de controles que de por si son totalmente ilegales y arbitrarios, y fundamentalmente inhumanos, teniendo en cuenta la situación extrema en que vive la población palestina en ese lugar.

Los Humanistas ya denunciamos en su momento la última invasión en el año 2009 a la Franja de Gaza, reivindicando el derecho que tienen tanto el pueblo judío como el pueblo palestino de poder tener su propio territorio. Afirmamos que la existencia de las dos naciones con su propio territorio soberano será la solución para terminar, tanto con los atropellos del ejército israelí, como con los actos criminales del terrorismo.

También afirmamos los Humanistas, en nuestra reciente Marcha Mundial por la Paz y la No-Violencia, que es prioridad el desarme nuclear, la reducción de armamento convencional y el retiro de tropas de los territorios invadidos, para poder avanzar con la paz en el mundo. Porque hay que terminar con la hipocresía de este orden internacional en el que hay países que están obligados a cumplir con las resoluciones de las Naciones Unidas, y hay potencias militares que parece ser que tienen derecho a hacer caso omiso de las mismas.

Guillermo Sullings
PARTIDO HUMANISTA INTERNACIONAL

Documentário sobre a crise mundial tem exibição no centro financeiro de São Paulo

Filme do polêmico diretor estadunidense Michael Moore, “Capitalismo: uma história de amor”, é projetado hoje, 30 de abril, em plena avenida Paulista, coração financeiro da metrópole. A atividade pública e gratuita faz parte da campanha mundial contra a violência econômica que o Partido Humanista está realizando em dezenas de países.

A equipe de base Centro de São Paulo do Partido Humanista (PH) organiza nessa sexta-feira (30/04) uma exibição do filme de Michael Moore “Capitalismo: uma história de amor” em frente ao banco Safra na Av. Paulista.

A exibição começará as 18:30 e faz parte da campanha mundial contra a violência economica que o PH esta organizando em dezenas de países.

Conheça a campanha

O PH-Brasil (Partido Humanista Internacional), durante o mês de abril e maio, está participando da campanha contra a violência econômica organizando diversas atividades em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife.

O PHI Brasil faz parte de uma federação Internacional de Partidos Humanistas que tem como ponto fundamental de sua ação a metodologia da Não violência.

A campanha vai até o dia 23/05/10 e tem como ponto inicial a denúncia da violência econômica que se origina na ditadura do capital financeiro internacional, que absorve os lucros empresariais e os deriva para a especulação e a usura (agiotagem institucional).

Mais informações no site do Partido Humanista – Brasil clicando aqui.

Câmara Municipal de São Paulo recebe evento de 41 anos do Movimento Humanista

Movimento Humanista: 41 anos de mobilização

Apresentação de violonista na Câmara Municipal de São Paulo comemora o aniversário da primeira palestra pública de Mário Rodriguez Cobos, pensador argentino mais conhecido como Silo, que marcou a fundação do Movimento Humanista. Da Agência Pressenza.

No dia 4 de maio de 1969, através de uma mensagem de Paz e Não Violência, algumas pessoas aos pés do Monte Aconcágua, nos Andes, deram início ao Movimento Humanista (MH).

Quarenta e um anos depois, com realizações como a recente Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência, o MH se espalhou para mais de 100 países, de diferentes culturas e línguas, embasado pela metodologia da não-violência ativa, na maior urgência do momento, o desarmamento nuclear a nível mundial.

A Câmara Municipal de São Paulo recebe no 4 de maio um evento para comemorar o aniversário com convidados e apresentação da Nona Sinfonia de Beethoven pela violinista Karen Machado.

Local: Câmara Municipal de São Paulo – Auditório Prestes Maia
Horário: 19h
Endereço: Palácio Anchieta – Viaduto Jacareí, 100 – Bela Vista – São Paulo.
Organização: A Comunidade para o Desenvolvimento Humano; Apoio: Câmara Municipal de São Paulo

Acto final de la Marcha Mundial por la Paz y la No-Violencia

Luego de recorrer 200 mil kilómetros, el equipo internacional de la Marcha Mundial llegó hoy, 2 de enero, al Parque de Estudio y Reflexión Punta de Vacas, en Argentina. Cerca de 20 mil personas escucharon a los representantes de la Marcha Mundial de Chile, Argentina, India, Italia, Filipinas, España e Inglaterra que recorrieron el globo pidiendo por el desarme nuclear. Da Agência Pressenza.

El equipo base internacional hace su ingreso al acto. Foto: Jose Luis Perrino/Agência Pressenza. (Clique na foto para ver todas as imagens)

Punta de Vacas. El destino final de la Marcha Mundial por la Paz y la No-Violencia fue el Parque de Estudio y Reflexión Punta de Vacas, un paraje cordillerano en la frontera entre Argentina y Chile, allí se realizó hoy 2 de enero un acto multicultural y diverso con 20 mil asistentes de países de los cinco continentes.

Esta primera Marcha Mundial ha sido “la mayor manifestación sobre la Paz y la No Violencia de la historia y la primera a escala planetaria”, expresaron sus organizadores. En el evento hablaron los activistas que recorrieron el mundo difundiendo los postulados de la campaña. A las 18 comenzó su testimonio Rafael De la Rubia: “Esta marcha es un efecto demostración, adelanto de otras grandes acciones transformadoras de la humanidad”, dijo el portavoz internacional de esta iniciativa, en su discurso de cierre en el Parque de Estudio y Reflexión Punta de Vacas, el mismo lugar donde fue anunciada en noviembre de 2008, en el Simposio del Centro Mundial de Estudios Humanistas.

En la marcha han participado cientos de miles de personas, más de tres mil organizaciones y un grupo de casi 100 marchantes, integrantes de distintos equipos base que realizaron distintos recorridos: intercontinental, Medio Oriente y Balcanes y África suroriental. En su trayecto pasó por más de 400 ciudades, 90 países y se han recorrido cerca de 200 mil kilómetros durante 93 días.

"I agree for the Peace": o Chile canta e dança pela paz. Foto: Walker Vizcarra/Agência Pressenza. (Clique na foto para ver todas as imagens)

En su recorrido por los distintos países, han sido recibidos por el Secretario General de la ONU, Ban Ki-Moon, por Premios Nóbel, presidentes de gobiernos, parlamentos y cientos de alcaldes. Pero el recibimiento también ha sido popular; Dos casos ilustrativos fueron los casi 80 mil jóvenes que recibieron al Equipo Base Intercontinental en un concierto de música en Chile y 12 mil escolares en Filipinas, entre tantas otros eventos masivos.

Respecto al día a día de los marchantes, los alojamientos han sido algunos confortables, otros bastante austeros: monasterios budistas, casas improvisadas, hasta en un refugio antiatómico han dormido los marchantes. Han tenido amenazas de tsunami, terremotos, tifones y marchado con temperaturas de 40 grados y a bajo cero.

En el recorrido, se han encontrado con gentes sin casa por tifones en Filipinas, hibakushas sobrevivientes de la bomba de Hiroshima, millones de familias rotas por guerras en Corea o Palestina. Han visitado numerosos monumentos a los millones de muertos en guerras de Europa y Asia, lugares donde se practicó la tortura, fronteras conflictivas entre India y Pakistán, Israel y Palestina, los Balcanes, en Tijuana, la frontera de Estados Unidos y Méjico. Han visto niños trabajando en Asia, África y América; mujeres maltratadas por todo el mundo. “En el recorrido nos ha pasado de todo, momentos de gran sentido, donde convergían las demandas del pasado con las aspiraciones del futuro. Momentos de una conexión con la gente que permitía comunicarnos sobrepasando idiomas, culturas, razas y creencias”, expresó De la Rubia en el acto final, que también es coordinador de la asociación Mundo Sin Guerras, convocante de la marcha.

Em Montevidéu, Uruguai, a equipe base local se posiciona pelo desarme nuclear. Foto: Eduardo Lopez/Agência Pressenza. (Clique na foto para ver todas as imagens)

Gemma Suzara de Filipina en el acto contó su experiencia con la Marcha: “la recordaré el resto de mi vida… el mega símbolo de la paz con miles de escolares en Filipinas me llevó a pensar que si realmente trabajamos como un solo cuerpo y creemos en nosotros mismos, podemos superar cualquier límite”.

La hindú Bhairavi Sagar, que ha recorrido India, Europa, África y las Américas, explicó en su discurso “nací en el país del padre de la No-Violencia –Mahatma Gandhi– un hombre que dedicó su vida para que nuestro país alcanzara la libertad y gracias a quien yo hoy estoy parada aquí, como un ser humano libre sin cadenas. Ahora, ha llegado mi turno de dar a las generaciones futuras, de aportar mi parte para dejar un mundo donde se pueda vivir con dignidad y felicidad”.

Tony Robinson, inglés, que recorrió 30 países, contaba en un tono más íntimo “En Japón nos encontramos con Hibakusha, los sobrevivientes a la bomba atómica. Una de las cuales nos dijo, ‘¡Gracias, gracias. Esto es tan importante!’ Yo traducía estas palabras mientras intentaba no llorar debido a sentimientos de tanta empatía por el terrible sufrimiento que esta mujer había vivido y al sentirme no merecedor de sus agradecimientos”.

Las palabras siguieron y Giorgio Schultze, portavoz de la Marcha para Europa y participante de los equipos de Medio Oriente y los Balcanes, decía: “Pasamos por el muro de Israel en Palestina y, ahora, más de 200 lideres sociales, ex-combatientes de Al Fath, nos piden formar un ejercito no-violento que pueda comunicar y abrir las puertas a la reconciliación y empezar una nueva historia de convivencia pacifica entre palestinos y judíos”. Finalizó el acto con las palabras de Tomás Hirsch vocero de la Marcha Mundial en Latinoamérica refiriéndose sobretodo al futuro del Movimiento Humanista, organización que impulso la Marcha Mundial. Pressenza publicará en la sección “opinión” el discurso completo de Hirsch.

Pasadas las 19.30, cuando ya bajaba el sol sobre las montañas de la cordillera de los Andes, el acto finalizó con el saludo de “paz, fuerza y alegría” de todos los asistentes.

Más fotos del acto disponibles en:
http://www.pressenza.com/main/photoGallery

Vídeo en alta resolución:
http://pressenza.com/vpermalink/96

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Con expectativa, miles de personas esperan el acto de cierre de la Marcha Mundial por la Paz

A pocas horas de que el equipo internacional de la Marcha Mundial finalice su recorrido, que comenzó el 2 de octubre en Nueva Zelanda y recorrió el mundo pidiendo por el desarme nuclear, miles de personas provenientes de los cinco continentes llegaron al Parque de Estudio y Reflexión Punta de Vacas, ubicado en la cordillera de los Andes, al pie del Monte Aconcagua.

Llegada de los primeros visitantes al parque Punta de Vacas. Foto: Rafael Edwards/Agência Pressenza. (Clique na foto para ver todas as imagens)

Las Heras. Desde las 10, comenzaron a llegar al Parque contingentes de personas provenientes de distintos puntos del mundo: hindúes, africanos, españoles, chilenos, argentinos, italianos, checos, peruanos, finlandeses, entre otros. Mientras esperaban el acto de cierre de la Marcha Mundial recorrieron el lugar, visitando la Sala de meditación, el mirador, la Plaza de las Estelas, la hermita y la fuente.

Con el paso de las horas, el conjunto de visitantes fue creciendo en su diversidad, se observaron expresiones artísticas dispersas por todo el lugar: sobre una colina artistas plásticos enterraron cuadros improvisando una muestra artística. En otra parte del parque, malabaristas y percusionistas animaron a las personas cercanas, un grupo folklórico de la colectividad boliviana, Kaypacha Manta, y representantes del pueblo Mapuche tocaron su música exhibiendo sus atuendos y bailes típicos.

Un escenario y dos torres de sonido en una pequeña colina, cerca del monolito, será el lugar en el cual, a las 18, hablarán los miembros del equipo internacional de la Marcha Mundial: Rafael de la Rubia (España), vocero del equipo; Bhairavi Sagar (India), Giorgio Schultze (Italia), vocero del Humanismo para Europa; Tony Robinson (Inglaterra), y Gemma Suzara de (Filipinas). A su vez hablarán Pía Figueroa, directora de Pressenza, Agencia Internacional de Noticias, Sandra Amor, organizadora de la Marcha en Mendoza, y para finalizar, hablará Tomás Hirsch, vocero del Humanismo para Latinoamérica.

Juanjo Coscarelli, mendocino, integrante de la comisión a cargo del Parque Punta de Vacas, informó sobre la presencia de alrededor de 500 personas designadas como “ayudas” que orientarán a los visitantes por las distintas áreas del parque, las zonas de primeros auxilios y ambulancias, como también acerca de los recaudos a tomar debido a la altura, ya que la jornada se realiza a 2500 metros sobre el nivel del mar.

En cuanto a dificultades, Coscarelli contó que el municipio de la localidad Las Heras no cumplió con su compromiso de prestar el escenario, “se tuvo que acudir al gobierno provincial, y se consiguió que desde Uspallata se traiga un escenario”.

Refiriéndose al cierre de la Marcha, comentó: “Es un momento inspirador en su máxima potencia, es la primer marcha mundial en la historia de la humanidad y es parte de la construcción de la Nación Humana Universal, me siento muy feliz y muy emocionado”. Abraham Lincoln, un joven que viajó a Mendoza desde Ghana, expresó: “La Marcha Mundial está produciendo una conexión fantástica entre las personas que se sumaron al proyecto”.

Se espera que durante la tarde se sigan desarrollando distintas expresiones artísticas, entre ellos el Grupo Pangea, dirigido por el coreógrafo brasilero Sergio Berto, quien a su vez es uno de los coreógrafos de Maximiliano Guerra. Por la noche, luego de que hablen los oradores, se presentarán: la orquesta de niños Pequeñas Huellas, Marcial Aguirre, Victorio Menghi, el grupo de cumbia Mezclao, Imperio Diablo, Fauna y Dj Sy.

Ubicado en la cordillera de los Andes, un escenario imponente, el Parque de Estudio y Reflexión Punta de Vacas fue el sitio en donde se realizó, el 15 de noviembre de 2008, el lanzamiento de la Marcha Mundial por la Paz y la No Violencia, iniciativa del organismo del Movimiento Humanista, Mundo Sin Guerras, en el marco del 1° Simposio Internacional del Centro Mundial de Estudios Humanistas “La ética en el conocimiento”.

Representante da Marcha Mundial pela paz propõe Semana de Não-Violência

Alexandre Sammogini representa a Marcha Mundial pela Paz e Não Violência no Brasil. Foto: Juvenal Pereira.
Escolas de todo o País realizariam ações de conscientização

A Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de São Paulo recebeu nesta quinta-feira (05/11) Alexandre Samogini, representante no Brasil da Marcha Mundial pela Paz e Não Violência. Os ativistas pela paz passarão por sete cidades brasileiras e chegarão em São Paulo no dia 20 de dezembro.

A Marcha tem a intenção de denunciar a situação dos conflitos mundiais, que pode levar à guerra com armamentos nucleares. “A Marcha pede a redução de todo tipo de arma”, explica Sammogini. Os ativistas saíram da Nova Zelândia no dia 2 de outubro e percorrerão por três meses 90 países nos cinco continentes. No Brasil, as cidades de Recife (PE), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo, Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS) devem receber o movimento.

“A intenção da Marcha é ajudar os jovens a pensarem nisso. Hoje, já na escola as crianças começam a se maltratar, e está errado; eles têm de aprender a conviver com as diferenças”, enfatiza o vereador Gabriel Chalita (PSB), presidente da Comissão.

Sammogini ainda propôs um debate para criar “A Semana da Não Violência”, em que escolas de todo o País realizariam ações de conscientização. “O objetivo é criar a consciência da paz e dos direitos humanos entre as pessoas”, explica.

A Marcha é uma iniciativa do Mundo sem Guerras, uma organização internacional impulsionada pelo Movimento Humanista, que trabalha desde 1969 no campo do pacifismo e da não-violência. Participaram do encontro os vereadores Alfredinho (PT), João Antonio e Gabriel Chalita.

(Com informações da Câmara)