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“Se, para entrar no Conselho de Segurança, é preciso ser subserviente, é preferível não entrar”

A frase, do ministro brasileiro Celso Amorim, foi em resposta ao questionamento de um espécime brasileiro de jornalista – o papagaio norte-americano – quanto à pretensão do Brasil de ser um membro permanente do Conselho de Segurança e se isso não “atrapalharia a relação com os EUA”.

Eleições no Iraque se aproximam

Leia ainda sobre a lenta recuperação no Haiti, a vida ‘na praça’ após o terremoto no Chile e a longa espera pela ampliação do tratado sobre minas terrestres, na estreia da coluna “Pelo Mundo”, com notas de jornalismo internacional…

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