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Valores de consciência

Ter um espaço de comunicação disponível é um privilégio

Poder dizer não apenas o que se pensa mas o que se sente

Sentir que a vida volta a ser prioridade neste país

Saber que a educação, a arte e a cultura

Arte e consciência

Leitura e pesquisa

Estudo e trabalho

São pilares da sociedade

Pilares da comunidade

Pilares da família

Pilares da pessoa

Valores inegociáveis

Valores superiores são a vida

A saúde

A humanidade.

Honrar este espaço, quase já 23 anos depois

É celebrar a vida duplamente.

A vida não pode ser abolida

Por toda parte mecanismos de violação, exploração, engano, manipulação, amedrontanento, alienação, confusão.

Dissimulados e naturalizados.

Não poderemos nem devemos ceder

Preservar a nossa integridade.

O próprio direito de ser como somos.

Ressignificar as palavras

Refazer o presente

Nascido do passado

Enraizado na história e na memória

Sempre a nos surpreender

Se estivermos a aprender

A cada instante.

Atenção aos sentidos e ao sentido.

Atenção à vida!

Sem medo

Visitando sites progressistas e democráticos 
Satura a profusão do nome maldito
A delinquência genocida
A mentira como política de estado
Os crimes cotidianos da quadrilha criminosa no poder
Devem ter razões para todas essas denúncias
Mas fica a sensação amarga de que apenas denunciar não têm sido capaz de nos municiar de ânimo para combater o crime organizado e institucionalizado
Temos que aprender a positivar a nossa agenda
O mundo da informação não pode estar tão longe assim
Da vida cotidiana
Temos que aprender a confiar mais na decência e na honestidade,
Na nossa própria capacidade
De combater o crime com atitudes concretas e seguras
Afinal enfrentar a possibilidade da morte
Não pode ser o que nos detenha
Uma vez que estamos morrendo a cada instante
A palavra deve ser capaz de voltar a ser a nosso favor
Devemos recuperar a palavra
O inimigo ganhou força por causa da nossa omissão,
Do nosso encolhimento cada vez que agrediu os nossos valores fundamentais
Devemos ser capazes de expulsar a escória que está nos destruindo como país e como povo.

Artistas convidam população a enfrentar os ataques de Bolsonaro contra a cultura

Petição busca ampliar mobilização contra a retirada de direitos, o autoritarismo e as políticas neofascistas do atual governo

Trabalhadores da cultura e artistas se mobilizam em todo país contra o desmonte das políticas públicas de cultura, bem como convidam a população a enfrentar a retirada de direitos, o autoritarismo e as políticas neofascistas do governo de Jair Bolsonaro. Segundo Sandro Borelli, presidente da Cooperativa Paulista de Trabalho dos Profissionais da Dança, a mobilização é principalmente de artistas, mas se dirige a toda a população, inclusive para mostrar a importância do trabalho dos artistas, que não produzem coisas quantificáveis e ainda são pouco compreendidos. Foi criada uma petição para reunir apoio à proposta.

“Já vínhamos sentindo uma necessidade dos trabalhadores das artes cênicas do país de construir uma articulação potente para fazer frente a tudo que está acontecendo no país, com esse governo protofascista, neoliberal, que tira direitos do povo diariamente”, afirmou, em entrevista à Rádio Brasil Atual. “A arte não produz cadeira, parafuso, pneu. Nós produzimos coisas imateriais, mas de grande valor simbólico para o país, a nossa cultura, o nosso povo. A gente produz pensamento crítico, ética, cidadania, reflexão. E esse governo sabe disso”, completou.

Borelli destacou que os artistas se mobilizam porque estão sendo perseguidos e o atual governo busca desconstruir tudo o que foi construído nos anos anteriores, pelos artistas e por um projeto de governo destinado às artes cênicas. “Em todos os governos fascistas, de extrema direita, uma das primeiras áreas a serem perseguidas por eles sempre foi a arte. Isso está aí na história. E o atual governo, desde o seu início, já apontou para isso. Desde que o (Michel) Temer assumiu por meio daquele golpe contra a presidenta Dilma Rousseff, umas das primeiras coisas foi extinguir o Ministério da Cultura”, lembrou o artista.

O presidente da Cooperativa de Dança vê os movimentos culturais de jovens, como os slams de poesia urbana, como um espaço muito importante de formação e resistência. “A gente deve vencer, virar a página dessa história atual nossa, na rua mesmo. E também usando a arte como um instrumento de confronto. A função dos artistas é usar a arte como arma de guerra, contra governos fascistas. Esses movimentos culturais e sociais que estão sendo realizados pelo país afora, principalmente por jovens, são necessários”, afirmou.

Fonte: Rede Brasil Atual

Orientación

Una vez más me veo en la situación de tener que tomar distancia de lo que se ha instalado en el alto escalón de la política nacional brasileña.

Simplemente no tengo estómago para ver lo que ya he visto tantas veces. Mi mundo es otro. Mis valores son otros. Mis opciones, mis elecciones, están situadas en otra esfera. Lo mío es la belleza, el arte, la solidaridad, el hacer juntxs. El construir colectivamente espacios de bienestar, de sobrevivencia, de construcción humanizadora.

Esto es lo que congrega mis esfuerzos. Esto es lo que le da sentido a mi vida. Creo que en función de hechos de mi pasado, me he visto envuelto en una tarea que viene consumiendo mis fuerzas de manera estéril. Me cabe reorientarme hacia lo que me compete, volverme hacia lo que es propiamente mío.

La esfera de la creación es la que desde siempre me atrae. Yo no puedo gastar mi vida enfrentando algo que está por completo fuera de mi esfera de actuación. Mi experiencia me ha enseñado algo que me veo en la obligación de recordar para mí mismo.

Solamente siendo fiel a mi propia conciencia, podré seguir adelante con la misión que he asumido. Resignificar mi historia de vida, hacer flores de mis heridas, recrear constantemente un mundo en el que yo pueda ser capaz de respirar y ser feliz.

Esperanzar

Hoy es un día alegre para mí, como también para mucha gente en Argentina, Brasil, y en otros países.

El capitalismo debe ser eliminado antes de que nos destruya totalmente. La unidad popular democrática progresista debe ocupar el lugar que le cabe en la dirección de los destinos de la humanidad.

Recuperar el espacio vital de manera respetuosa de la diversidad y de la creatividad que nos dignifica.

Deshacer la subcultura mercantil vacía y vaciadora, que borra los contornos humanos en nombre del lucro.

Recuperar el lugar de la cultura que valoriza la vida como valor supremo. Rehacer lo cotidiano como lugar de la satisfacción y realización plenificadora.

Rescatar la palabra de su basureamiento por el periodismo venal que bestializa, engaña y miente sin respeto por nada ni nadie.