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Solidariedade

Vir para este lugar têm se tornado um ato de acolhimento. Alguém que vêm de um outro país,  aqui é bem-vindo, bem-vinda.

A partilha de experiências pessoais e comunitárias é um convite para que as pessoas se sintam em casa. Às vezes, melhor do que na própria casa.

As migrações forçadas provocam constantemente um fluxo de pessoas que se veem obrigadas a deixar seus lugares de origem, em busca de uma possibilidade de sobrevivência.

O Brasil têm sido tradicionalmente um país de acolhimento. Rememorar o trajeto percorrido, faz ver a soma de atos solidários recebidos ao longo dos anos.

Por toda a parte, pessoas querendo ajudar. Alguém oferece um emprego. Uma outra pessoa oferece a sua amizade. Há quem se disponha a nos acompanhar, quando família e amigos, amigas, ficaram longe.

Toda essa colcha de retalhos de experiências de acolhimento, torna-se relatos de superação. Espaços de reconhecimento mútuo. Reforço da fé e da confiança, a esperança.

Escrever é uma possibilidade de criar laços de amizade e colaboração. Para começar, vemo-nos no que escrevemos. A consciência resplandece ao nos tornarmos cientes do que fomos capazes de fazer, em circunstâncias adversas.

Potenciamos uma tranquilidade interior que nos permite seguir adiante sabendo que seremos capazes de enfrentar o que vier.

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