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Para a moça do sonho

A partir de um poema muito bonito sobre sonhos, gritos e liberdade, que eu não sei se tenho permissão de reproduzir – poemas são muito pessoais, às vezes -, lembrei de outro de autoria de Edu Lobo e Chico Buarque. Para a “moça do sonho”, autora do poema (ou simplesmente pensamento), dedico a música homônima.

A música toda é muito bonita, mas destaco dois trechos. Abaixo o vídeo, mas clicando aqui você acessa a letra e uma versão de estúdio, em áudio, que eu achei melhor (clica na vitrola! ;).

Antes, vale o registro: a música é recente (2001) e foi feita para o musical Cambaio, de Adriana e João Falcão. Contou com 12 canções inéditas e a participação de Lenine na direção musical, marcando o retorno da parceria entre Chico e Edu Lobo, que estavam há 12 anos sem compor juntos. Não deixe de ler uma crítica completa clicando aqui, e depois aqui.

“(…) Há de haver algum lugar
Um confuso casarão
Onde os sonhos serão reais
E a vida não”

“(…) Um lugar deve existir
Uma espécie de bazar
Onde os sonhos extraviados
Vão parar”

Por Gustavo Barreto

Jornalista, 39, com mestrado (2011) e doutorado (2015) em Comunicação e Cultura pela UFRJ. É autor de três livros: o primeiro sobre cidadania, direitos humanos e internet, e os dois demais sobre a história da imigração na imprensa brasileira (todos disponíveis clicando aqui). Atualmente é estudante de Psicologia. Acesse o currículo lattes clicando aqui. Acesse também pelo Facebook (fb.com/gustavo.barreto.rio) e Twitter (@gustavobarreto_).

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