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Os militares estão de volta, mas um tanto assustados

Os militares estão de volta. Agora chamados pelo atual e ilegítimo presidente da República, o senhor Michel Temer, caracterizado pela bem-sucedida escola de samba como temível vampiro. Admitida a fantasia, é de lamentar-se, na temática da escola, o pobre povo brasileiro: que fim de fato terá seu já apoucado e ralo sangue?

Foto: Agência Brasil.

Os militares estão de volta. Agora chamados pelo atual e ilegítimo presidente da República, o senhor Michel Temer, caracterizado pela bem-sucedida escola de samba como temível vampiro. Admitida a fantasia, é de lamentar-se, na temática da escola, o pobre povo brasileiro: que fim de fato terá seu já apoucado e ralo sangue?
Mas os militares – apesar do Carnaval, e de não saberem de samba, desconhecem a bela e politizada poesia do grande Wilson das Neves “Quando o morro descer e não for carnaval” – voltaram um tanto assustados, com medo de que uma hora tenham que enfrentar uma nova Comissão da Verdade, embora continuem assustando nossa gente com suas armas e ameaças.
É a carranca da ditadura já instalada desde que se afastou do governo dona Dilma Rousseff. E eles se preparam para excluir a já vitoriosa candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva da luta política eleitoral.
Felizmente para nós, democratas, a direita é burra. É como disse certo pensador da própria direita, “a burrice é o encontro da insuficiência mental com a vaidade”. E o melhor exemplo desse encontro é a nossa classe dominante: insuficiente mental e vaidosa.
Cabe, pois, ao povo eleger Lula para presidente da República, pois Lula representa hoje no Brasil a histórica e milenar luta da classe trabalhadora contra a classe dominante.
(*) Miguel Baldez é Procurador aposentado do Rio de Janeiro, fundador do Instituto de Estudos Críticos de Direito- IECD e Assessor de Movimentos Populares.

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