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Metrô Paraíso

“Ele ligou no meio da manhã, nervoso, dizendo que deixaria seu coração na portaria do prédio dela.

Ela aceitou, com medo.

No meio da tarde ele desistiu da entrega e jogou [o coração] no lixo do metrô Paraíso.“

É da Bianca, aqui.

Por Gustavo Barreto

Jornalista, 39, com mestrado (2011) e doutorado (2015) em Comunicação e Cultura pela UFRJ. É autor de três livros: o primeiro sobre cidadania, direitos humanos e internet, e os dois demais sobre a história da imigração na imprensa brasileira (todos disponíveis clicando aqui). Atualmente é estudante de Psicologia. Acesse o currículo lattes clicando aqui. Acesse também pelo Facebook (fb.com/gustavo.barreto.rio) e Twitter (@gustavobarreto_).

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