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Centramento no amor

Posso viver centrado no amor

Não é fácil decidir

Mas o amor simplifica, organiza, orienta.  

Não basta ter o amor, é preciso saber que se tem o amor.

Quando vejo o amor em mim e à minha volta, é mais fácil.

O amor reduz possibilidades, aumenta o foco.

Não deixo de ter inseguranças ou medos, mas a confiança prevalece a pesar de tudo, e me leva adiante.

Repetiria estas coisas e outras parecidas, mas já estaria começando a me afastar do propósito deste breve escrito.

Penso nos espaços macro. No espaço do país. O Brasil no meio a um genocídio. O menosprezo pela vida posto como tom da política nacional. Isto não ocorre por acaso. É resultado de inúmeros fatores, dos quais irei mencionar alguns.

Um fato que nunca deixará de me surpreender: que existe um número considerável de pessoas que odeiam o seu próprio país e o seu próprio povo. Isto já tinha me chamado a atenção quanto à Argentina. Gente que detesta o seu próprio país e a sua própria gente. Neste clima, nada de bom pode acontecer.

As energias estão orientadas para a destruição, a desconfiança, o ódio… Ninguém nasce odiando ouras pessoas pela cor da pele. Ou porque sejam pobres ou tenham esta ou aquela orientação sexual. Apreende-se a odiar, do mesmo modo que se aprende a amar.

Ao contrário, quando as energias estão voltadas para a construção e o melhoramento coletivo, a solidariedade aparece. Aflora o melhor em cada um/a de nós. Podemos escolher. É melhor aprender a amar. Num tempo em que as palavras parecem não ter significados demasiado precisos, é necessário ser claro. O que é amar, afinal?

Você sabe? Pode querer nos fazer chegar as suas experiências. Isto nos faz crescer.

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