A percepção ecológica da vida

Há dentro de cada um de nós mais de 100 trilhões de células compartilhando átomos com tudo o que está ao nosso redor.

Menos produção e mais proteção

Desde as últimas seis décadas, esse crescimento econômico sem limites virou sinônimo de derrubar árvores, queimar florestas, aquecer o planeta, poluir o ar, a água e destruir os principais serviços ecossistêmicos

Um convite à ação

Novo livro de Cristovam Buarque é um “convite” para reagirmos frente aos desmandos políticos e institucionais, frente às desigualdades socioeconômicas, às incoerências do setor público, à brutal agressão ambiental.

Crescimento destrutivo

A Ciência Econômica “criou” um tipo de crescimento baseado no consumo destrutivo da natureza e, como resultado, nos entregou um “produto final” chamado aquecimento global – o sintoma mais claro da crise ambiental, resultado de um processo crescente de degradação entrópica da natureza (de matéria e energia) gerada pelo processo de produção industrial que destrói os ecossistemas produzindo emissões crescentes de gases de efeito estufa (GEE)…

Overshoot ecológico

A maior urgência política da nossa época é conter a grave crise ecológica. Essa grave crise, gestada no seio da ecologia, é fruto da distorcida visão social do progresso que faz a humanidade correr tresloucadamente em busca da satisfação ilimitada dos desejos materiais; para isso, põe a roda da economia (atividade produtiva) para girar com mais força e rapidez, expandindo a qualquer custo a máquina de produzir suntuosidades.

O posicionamento ecológico deve estar acima do econômico

Sem retórica ou exagero desmesurado, uma das mais urgentes necessidades em termos de organização da sociedade é a de conciliar desenvolvimento econômico com a promoção do desenvolvimento social, respeitando e resguardando o meio ambiente. A ideia central é procurar compatibilizar as dimensões econômica, social e ambiental